sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Danilo Gentili "perde" página no Facebook e culpa militantes do PT


O humorista e apresentador Danilo Gentili usou sua conta no Twitter para informar aos seguidores e fãs que sua página no Facebook foi “derrubada” nesta quarta-feira (18). Ele atribui o "sumiço" da página, tirada do ar, a uma “militância paga do PT” que o teria denunciado na plataforma por suas opiniões controversas.

Em novembro, Gentili teria feito duras críticas ao Partido dos Trabalhadores na rede social ao expor o que pensava sobre o caso do Mensalão. "Eu tinha mais de 3,3 milhões [de fãs] no Facebook e nenhum post que fosse contra as normas do Facebook. Me denunciaram em massa para eu perder isso", publicou o apresentador.

Acompanhe o que ele escreveu no Twitter:

1) Pessoal! Derrubaram minha pagina no Facebook! Desconfio que a militancia paga se juntou pra denunciar (sem motivo) mei facebook.

— Danilo Gentili (@DaniloGentili) December 18, 2013

2) Quando muita gente denuncia eles tiram do ar pq entendem automaticamente que ta rolando algo errado. Foi o q fizeram.

— Danilo Gentili (@DaniloGentili) December 18, 2013

3) Eles ja fizeram isso com outros perfis que consideram "inimigos". Veja só como agem a cibermilitancia paga do PT: http://t.co/hZTKv3m5SD

— Danilo Gentili (@DaniloGentili) December 18, 2013

4) Eu tinha mais de 3,3 milhoes no Facebook e nenhum post que fosse contra as normas do Facebook. Me denunciaram em massa pra eu perder isso.

 

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Valor Estados Destaca Eficiência da Gestão Pública


Fonte: Agência Minas
O jornal Valor Econômico publicou, neste mês de dezembro, a edição especial Valor Estados - Minas Gerais. Em entrevista à publicação, tanto o governador Antonio Anastasia quanto a secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Renata Vilhena, destacam os resultados do Choque de Gestão, modelo de governança desenvolvido pelo Governo de Minas baseado na inovação e na eficiência que se tornou referência em administração pública no Brasil e em outros países.
“Era fundamental mudar os procedimentos de gestão do governo, ter uma administração com mais eficiência, baseada em tecnologias modernas de resultados, de metas, de compromissos assumidos, de qualificação pessoal”, enfatiza Anastasia que conduziu, no plano administrativo e ainda na gestão do ex-governador Aécio Neves, os compromissos que inspiraram o Choque de Gestão.
Dentre os marcos e resultados alcançados pelo Choque de Gestão em seus 10 anos, Renata Vilhena ressalta que, “em 2004, Minas alcançou um superávit de R$ 91 milhões. Em 2007, a folha de pagamento dos servidores havia baixado para 46%, a dívida líquida tinha caído para 187% da RCL e o Estado conseguiu recuperar sua capacidade de investimento.”
Além do bom desempenho no plano financeiro e econômico, o governador também enaltece os resultados sociais do Choque de Gestão, com destaque para o cumprimento de todas as metas do milênio, a redução da miséria, a diminuição da mortalidade infantil, o aumento da expectativa de vida, a melhor qualidade de vida e o respeito ao meio ambiente. “Desde início, nosso trabalho tem uma obsessão: alcançar resultados para a sociedade, com a melhoria dos indicadores, principalmente em saúde, educação e emprego”, frisa a secretária Renata Vilhena.
O Valor Estados ainda destaca que a nova gestão pública mineira foi apontada como modelo pelo Banco Mundial (Bird) que, em 2008, concedeu ao Governo de Minas um empréstimo, sem contrapartida financeira, de quase US$ 1 bilhão. “O Banco Mundial acreditou na nossa gestão desde o início”, pontua a secretária. O texto lembra que os recursos foram investidos em ações estratégicas para o alcance de resultados na inovação do setor público, na educação, saúde e transporte, no combate à pobreza, na melhoria das finanças públicas, no fortalecimento da gestão pública, no fomento ao desenvolvimento do setor privado e no apoio às micro e pequenas empresas.
Atualmente, o Choque de Gestão, depois de vencer as etapas de equilíbrio fiscal e de consolidar o modelo de gestão para resultados, está na sua terceira geração, definida como Gestão para a Cidadania. “Nossa gestão tem a participação da sociedade civil organizada, como as prefeituras, ONGs, universidades, entre outros atores”, explica Renata Vilhena.

Diversificação da Economia
Além de exaltar os números positivos do Choque de Gestão ao longo dos últimos 10 anos, o governador Antonio Anastasia também fala sobre o fortalecimento e a diversificação da economia mineira. De acordo com a publicação, Minas Gerais tem avançado de forma consistente e, como consequência, desenvolveu um novo segmento na economia do Estado, a dos negócios de base tecnológica.
“A grande obsessão é atrair investimento que agreguem valos a nossos produtos, diversificando a pauta econômica do Estado. Queremos que o minério se transforme em aço e que o aço se transforme, aqui no Estado, em automóveis, helicópteros, locomotivas e eletrodomésticos”, vislumbra o governador.
Antonio Anastasica cita diversos empreendimentos, como a fábrica de locomotivas da Caterpillar, de helicópteros da Helibras, de veículos blindados da Iveco, de insulina da Biomm, de sandálias da Alpargatas e a de tratores da Case New Holland, além da valorização da gastronomia, como evidências de que Minas tem diversificado sua economia.
Outro indício, segundo o governador, são os investimentos nas regiões mais carentes de Minas Gerais, que têm a intenção de levar a infraestrutura mínima para atrair novos negócios. “Fizemos ligação asfáltica de todos os municípios. A fronteira agrícola do Jaíba, um grande projeto de irrigação, tem recebido investimentos importantes, inclusive de usinas de álcool, como a do Grupo Sada”, destaca Anastasia.
A edição especial do Valor Estados - Minas Gerais traz ainda uma reportagem sobre a inovação da economia mineira, com a secretária de Estado deDesenvolvimento Econômico, Dorothea Werneck. Outros textos também destacam o saldo positivo da balança comercial de Minas, o pioneirismo do Estado ao fechar acordos de parcerias público-privadas em diversos setores, os investimentos previstos em infraestrutura, o desempenho da indústria e do agronegócio e os projetos nas áreas de energia, gás e mineração.