Fonte: Portal Terra
sábado, 2 de julho de 2011
Ex-presidente Itamar Franco morre em São Paulo aos 81 anos
Fonte: Portal Terra
terça-feira, 28 de junho de 2011
Itamar tem pneumonia e é transferido para UTI do Hospital Israelita Albert Einstein
Itamar vai para a UTI devido a pneumonia
Fonte: Folha de S.Paulo
Senador está internado em São Paulo desde maio
O ex-presidente e senador Itamar Franco (PPS-MG), 80, foi transferido para a UTI do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, para tratar de uma pneumonia grave, segundo boletim médico divulgado ontem.
Ele está internado desde 21 de maio para tratar de leucemia. De acordo com o hospital, embora esteja na UTI, o senador ”apresentou ótima resposta ao primeiro ciclo de tratamento quimioterápico”.
Em boletins anteriores, a equipe médica divulgou que um transplante de medula não era cogitado.
Itamar foi diagnosticado com a doença ao fazer exames devido a uma forte gripe. Ele pediu afastamento temporário do Senado.
Pelo regimento da Casa, o suplente de Itamar só assume a cadeira do senador se ele se afastar por um período superior a 120 dias.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Marcus Pestana (PSDB-MG): O Congresso, as medidas provisórias e a democracia – Por que os senadores se retiraram do plenário
O Congresso, as medidas provisórias e a democracia
Por que os senadores se retiraram do plenário
No último dia 4, os senadores da oposição se retiraram do plenário em protesto contra a subserviência da base do governo e os abusos do Executivo na edição de medidas provisórias que atropelam a Constituição e agridem a autonomia do Parlamento brasileiro.
Em seu artigo 62, a Constituição diz: “Em caso de relevância e urgência, o presidente da República poderá adotar medidas provisórias, com força de lei, devendo submetê-las de imediato ao Congresso Nacional”. Em seus parágrafos, o artigo faz vedações de conteúdo, fixa prazos para a conversão em lei (máximo de 120 dias), orienta sobre reedições, normatiza o rito congressual e a vigência. O aprimoramento do texto constitucional (EC 32, de 2001) ocorreu durante a presidência de Aécio Neves na Câmara dos Deputados.
Decorrida uma década, os resultados esperados não foram alcançados. Continua o emprego indiscriminado das MPs sem a observância dos pressupostos de relevância e urgência. O rito de tramitação não tem sido observado. Muitas MPs tratam de assuntos completamente diferentes, ganhando, nos bastidores do Congresso, os apelidos de “jabutis” (que não sobem árvores) e Frankensteins (tais os remendos mal feitos).
Foi esse o motivo da firme atitude dos senadores de oposição, tendo à frente Aécio Neves, Itamar Franco e Demóstenes Torres. Na votação da MP 513/2010, que se destinava à concessão de juros subsidiados a empresas e produtores rurais atingidos por desastres naturais, outros temas como mudanças no Fundo de Compensação de Variações Salariais (FCVS), recursos para o Fundo Soberano, lançamento de letras do Tesouro e doação do Brasil ao Haiti foram incluídos. Isso revoltou os senadores, que abandonaram o plenário em protesto, por considerarem um desrespeito ao Congresso, à Constituição e à democracia. A indignação com a situação foi levada ao Supremo e à OAB.
Nesse exato momento, a Câmara dos Deputados discutia um caso ainda mais absurdo. A MP 521/2010, que trata das atividades do médico-residente e de gratificação para servidores da Advocacia Geral da União (AGU), passou a hospedar, através do Projeto de Lei de Conversão da relatora, mudanças radicais na Lei das Licitações (Lei nº 8.666), visando facilitar a contratação de obras e serviços. Mais uma vez, as oposições obstruíram a votação em defesa do interesse público. Era visível o constrangimento da relatora Jandira Feghali, uma de nossas melhores deputadas, na leitura de seu relatório que atendia à vontade do governo.
Para a correção dessas absurdas distorções, o senador Aécio Neves apresentou parecer como relator das emendas constitucionais 8, 11 e 14 de 2011, buscando o fortalecimento do Poder Legislativo no processo de construção das leis.
Bismarck, com evidente viés autoritário, disse certa vez que “leis são como as salsichas, é melhor não saber como são feitas”. Cabe ao Congresso Nacional desmenti-lo.
Fonte: Artigo – Marcus Pestana – Deputado Federal (PSDB-MG)
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
De olho em 2012, PSDB pensa em assegurar lugar de destaque a Rodrigo Castro no Governo Anastasia

Secretaria vira ponte para 2012
Transição em Minas
Nas articulações para que o deputado Rodrigo de Castro assuma a Secretaria de Governo, tucanos já pensam na possibilidade de lançá-lo como candidato à Prefeitura de BHO desenho do novo secretariado do governador reeleito, Antonio Augusto Anastasia (PSDB), vai passar também pelas eleições municipais de 2012. Para fortalecer o nome do deputado federal Rodrigo de Castro (PSDB), atual secretário nacional do partido, crescem as articulações para que o tucano ganhe um posto de destaque na composição. Ele seria um plano B para disputar a Prefeitura de Belo Horizonte, caso os tucanos desistam de apoiar a reeleição de MArcio Lacerda (PSB) e resolvam tentar emplacar um nome do partido. Anastasia segue as conversas com os partidos, mas guarda a sete chaves as definições sobre o novo secretariado. Enquanto isso, aliados inflam a bolsa de apostas. De acordo com fontes do partido, Rodrigo de Castro tem sido colocado em reuniões internas como nome do partido para concorrer à PBH. A ajuda para o deputado, eleito como o mais votado da coligação pela segunda vez, viria com uma nomeação para a Secretaria de Estado de Governo, atualmente ocupada pelo pai, Danilo de Castro, ou para a área de desenvolvimento urbano.
Outro que tem destino encaminhado é o presidente estadual do PSDB, deputado federal Nárcio Rodrigues, que é dado como provável secretário de Ciência e Tecnologia. Outro nome que pode sair da bancada federal é o do deputado Luiz Fernando (PP), cotado para uma pasta que pode ser criada: a Secretaria de Minas e Energia.
O PPS, partido do senador eleito pela coligação de Anastasia, o ex-presidente Itamar Franco, levou ontem seus deputados para reunião com o governador. O partido, que só elegeu três nomes para a Assembleia, quer abrir vaga para a deputada Gláucia Brandão, que não conseguiu se reeleger. O PPS tem hoje a Secretaria de Saúde, ocupada por Antônio Jorge, e duas diretorias na Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa).
De acordo com o presidente do PPS, Paulo Elisiário, a intenção é manter o espaço. “Obviamente, quem está no governo, se depender de pretensão, quer continuar. Mas tudo vai depender do governador”, afirmou.
PDT No PDT, a dificuldade interna para uma indicação da bancada federal que faria subir o deputado não reeleito, Mário Heringer, tende a ser dissipada. Quem entrou no circuito para garantir duas pastas à legenda – abrindo vagas para um parlamentar em Brasília e outro na Assembleia – foi o próprio presidente do PDT, ministro do Trabalho, Carlos Lupi. O recado do partido foi que, apesar de integrar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro pedetista foi o único da tropa do petista a participar da propaganda eleitoral do tucano.
Lupi confirmou o empenho do partido para ampliar a participação no governo Anastasia. Hoje a legenda tem a Secretaria Extraordinária de Assuntos para Reforma Agrária. O PDT é cotado para comandar a Secretaria do Trabalho, que deve ser criada na reforma administrativa de Anastasia. O nome falado é o do deputado federal Ademir Camilo.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Itamar Franco defende oposição mais forte contra o PT

Itamar quer oposição ‘autêntica’ contra o PT
O ex-presidente Itamar Franco parece mais sereno com a idade. “Eu me eduquei a não ter mágoas”, diz o recém-eleito senador pelo PPS de Minas Gerais a reboque da popularidade do ex-governador Aécio Neves (PSDB).
As rusgas – ou “algumas tristezas”, como ele diz – com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o PSDB foram deixadas para trás, talvez com base no ensinamento do velho senador Teotônio Vilela, que lhe recomendou a “não deixar a mágoa passar da garganta para baixo porque faz mal ao coração”. Hoje, aos 80 anos, Itamar Franco é um dos principais cabos eleitorais do presidenciável José Serra (PSDB) em Minas.
“Minas pode indicar a virada necessária para o Serra ganhar as eleições. Agora, ele precisa tocar os corações mineiros. Aí vem o problema político”, afirma o ex-presidente. Apesar de mais suave, Itamar continua direto e franco. O problema político, analisa, é a necessidade de Serra se assumir como oposição e de adaptar o discurso para diferentes estratos sociais. Ao lado de Aécio, Itamar acha que a oposição precisa ser mais autêntica e se contrapor ao governo Lula, mostrando as transformações sociais obtidas graças ao Plano Real, implantado na transição entre o seu governo e o de FHC.
“Quando a dona Dilma (Rousseff, presidenciável do PT) diz que todos melhoraram de vida, por que eles não rebatem dizendo o seguinte: o pãozinho custava de manhã um preço, de tarde outro, de noite outro. E, além do pãozinho, o salário do trabalhador à noite estava totalmente corroído. A inflação era de 4% ao dia. Hoje é de 5% ao ano.”
Enquanto rabisca um papel e diagnostica o resultado das eleições em Minas, Itamar Franco manda recados aos tucanos, a Serra e a Fernando Henrique. “Sei que eles vão jogar tudo no lixo, mas eu falo assim mesmo. Eles não gostam que eu fale.” Logo em seguida, deixa claro que as advertências ao presidenciável são feitas com extrema cautela e consideração: “Eu estou fazendo uma crítica positiva. Serra terá meu voto, meu apoio cívico”.
“Leio que o ex-presidente Fernando vai querer uma conversa cara a cara quando o petista puser o pijama. Ora, o que assistimos a todos os dias na televisão? Ataques ao presidente Fernando. E por que ele vai esperar o homem por pijama? Por que não já vem agora, com um minuto ou 45 segundos no programa do Serra, e diz assim: olha presidente Lula, eu estou aqui, e me chame para o debate na hora que quiser. Faça isso antes de terminar o horário eleitoral. Porque não adianta ele querer esconder a face. Toda hora eles (o PT) mostram a face dele. O que vai adiantar ele dizer que quer debater com o Lula depois que ele sair do governo? Nada”, irrita-se Itamar.
O senador eleito repudia estratégias baixas de campanha, atribuídas por ele a parte do PT. Reconhece, porém, que também os tucanos cometem seus excessos, como o vídeo que comparou petistas a cães rottweilers. E os reprova. “Empobrece muito a política brasileira e é por isso que começa a haver essa descrença. Agora também o PSDB faz isso porque a agressão parte primeiro deles. Eles ficam toda hora atacando o ex-presidente. Cada um usa a arma que quer usar. Eu condeno. Acho que a campanha deve se dar em alto nível.”
O debate religioso e de valores terá seu espaço em Minas Gerais, com seu lado conservador, reconhece Itamar Franco. Porém, mais uma vez, o ex-presidente faz advertências a seus aliados e adversários: “Tem horas que você tem que buscar os valores sim. Temos que mostrar aos moços e às moças que o Brasil não surgiu com o presidente Lula. Mas, de repente, todo mundo volta a ser religioso. Uma hora fala de aborto, outra hora fala dos gays. São temas muito sensíveis. Por que não falou logo de uma vez: eu defendo a legislação atual em relação ao aborto. O Serra, pelo que sei, defende a legislação atual”, afirma. Minas, segundo ele, “é fundamentalmente religiosa”. “Acho errado é usar a religião para ganhar votos.”
O discurso duro de Itamar reserva momentos de bom humor, coisa rara de se ver em suas atuações políticas no passado. “O governo do pão de queijo foi tão bom que eu poderia ter cobrado royalties”, brinca, relembrando a maneira pejorativa a que muitos se referiam a seu mandato.
Segundo ele, Serra não tinha campanha em Minas. “Por mais que falássemos do nome de Serra, tinha cidade em que não havia nenhuma propaganda dele. Ele descuidou de Minas. Mas para eles não perderem muito tempo, é só chamar Aécio. É colocar Aécio na campanha”, prega. Serra, segundo ele, deve ter a humildade de deixar Aécio ”ensiná-lo” a fazer campanha em Minas.
Aécio aproximou o novo senador do tucano Serra
Itamar Franco não esconde que a construção de pontes entre ele e o tucano José Serra foi mérito exclusivo de Aécio Neves. “Aqui em Minas foi Aécio que fez nos aproximarmos dele.”
Aécio, que será seu colega de Senado, foi escolhido por Itamar como o grande líder nacional. Sem poupar elogios, Itamar demonstra a certeza de que o futuro político do colega mineiro é promissor. Sobre compromissos entre o ex-governador de Minas e Serra sobre 2014, Itamar Franco demonstra descrença.
“É uma bobagem jogar com o tempo. O tempo às vezes favorece, mas às vezes também não ajuda. Não acredito que ninguém faça compromisso para 2014. Não sabemos se virá reforma política, não sabemos os desígnios de Deus. É muito difícil.”
“Aécio”, continua, “é suficientemente inteligente e sabe que hoje é ele a grande liderança nacional”. Sobre o futuro do colega, ele faz uma menção filosófica que explica também aonde ele próprio chegou: “Ele tem o tempo a seu favor. Isso me faz lembrar o filósofo Plutarco, que dizia que o importante não é correr, é andar”.
Itamar diz que chegará ao Senado para libertá-lo “das teias do Executivo”. “O presidente esquece-se da Constituição, esquece-se de que os poderes são independentes. O Senado hoje é ajoelhado perante o Executivo.”
Fonte: Estado de S. Paulo
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Políticos de expressão nacional se unem em favor de Serra

Partidos aliados (PSDB, DEM e PPS) se reuniram nesta quarta-feira para iniciar oficialmente o segundo turno da candidatura de José Serraà Presidência. Governadores, senadores e deputados eleitos e não eleitos manifestaram apoio ao tucano e se comprometeram em levá-lo à vitória nas urnas no próximo dia 31 de outubro.
O senador Tasso Jereissati (PSDB/CE), uma das principais forças políticas do País, declarou publicamente que vai se dedicar à campanha do presidenciável tucano, e arrancando aplausos do público ele declarou: “Perdi a eleição mas quero fazer uma declaração do fundo do coração: me sentirei mais vitorioso se Serra for eleito. É pelo Brasil. ”. Enfrentando a máquina pública estadual e federal, Tasso perdeu a disputa ao Senado no domingo.
Presente à reunião, o recém-eleito senador Aécio Neves (PSDB/MG) condenou a tentativa da candidatura oficial de dividir o Brasil. “Em função de tudo que vimos ao longo de oito anos, o que está em jogo é a democracia do Brasil, as nossas liberdades, a compostura de um governo que seja de todos e para todos os brasileiros. No dia 31, um Exército de cidadãos comuns estará na rua votando pela democracia.”, disse.
Considerado como uma força política nacional, Aécio defendeu o legado do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. “Devemos defendê-lo com toda a altivez. Não haveria governo Lula sem governo FH”, criticou. O senador eleito lembrou que as diretrizes econômicas do País foram implantadas durante o mandato de Fernando Henrique.
Outro senador eleito por Minas Gerais, o ex-presidente da República Itamar Franco (PPS) aconselhou o candidato tucano. “Vossa Excelência não precisa tanto dos marqueteiros porque tem sua vida limpa. Seja mais Serra do que o marqueteiro, seja mais o senhor do que o marqueteiro, porque Vossa Excelência tem vida limpa, honesta”, afirmou.
E foi enfático dizendo que “não precisamos ficar escondendo qualquer um que seja do nosso lado. É por isso que tem que haver o confronto, mas o confronto das ideias. O povo quer saber o que nós pensamos. Qual é o nosso pensamento para os problemas estruturais? Qual é o nosso Brasil para esse mundo que vem?”, afirmou.
Ele também criticou a postura do presidente Lula de creditar ao seu governo todas as conquistas do País. “Ninguém inventou o Brasil, porque daqui a pouco teremos que dizer que quem abriu os portos do Brasil não foi D. João VI, foi o presidente Lula”.
Sob aplausos, Itamar também defendeu o seu ex-ministro da Fazenda Fernando Henrique. “Não precisamos esconder quem quer que seja do nosso lado. Não temos que esconder ninguém do nosso lado, porque se não eles teriam que esconder muitas pessoas do outro lado”, concluiu o ex-presidente.
O senador Jarbas Vasconcelos, que concorreu ao governo de Pernambuco, afirmou “nós não vamos ganhar só com uma ação propositiva. A ação propositiva tem que ser feita, mas o rei tem que ser desnudado. Tem que se enfrentar essa candidata do presidente. Nós vamos enfrentar a candidata do presidente, que é um fantoche. E a gente tem condição de vencer a eleição.”
Fonte: Agência Tucana
“Quanto mais mentiras eles disserem sobre nós, mais verdades diremos sobre eles”

Restabelecer valores como coragem, ética e honestidade. Criar um governo de união e de políticas para todos os brasileiros. Reagir aos boatos: “Dizem que sou contra os concursos. Mas, como governador, promovi concursos para preencher 110 mil vagas na administração de SP”.
Responder às provocações: “Quanto mais mentiras eles disserem sobre a gente, mas verdades contaremos sobre eles.” E uma homenagem à senadora Marina Silva: “É uma pessoa íntegra, que teve um papel muito importante nesta campanha ao aproximar muitas pessoas, principalmente os jovens da política.”
Foram esses os pontos principais do discurso em que o candidato doPSDB/DEM/PPS/PTB à Presidência, José Serra, ao abrir, nesta quarta-feira, dia 6, num hotel, em Brasília, a campanha do segundo turno.
Participaram da cerimônia os governadores tucanos eleitos de Minas, Antônio Anastasia; do Tocantins, Siqueira Campos; de São Paulo, Geraldo Alckmin; do Paraná, Beto Richa; e de Santa Catarina, Raimundo Colombo (DEM). Também, estavam presentes os senadores eleitos de Minas, Aécio Neves (PSDB) e Itamar Franco (PPS), de Santa Catarina, Luiz Henrique (PMDB).
Em seu discurso, Serra lembrou que o Brasil atual começou a nascer 25 anos atrás, com as lutas pela sua redemocratização e com a eleição de Tancredo Neves para a Presidência, em 1985.
O candidato destacou que o SUS foi implantado quando Itamar Franco era o presidente. Foi também durante a administração do agora senador eleito por Minas, que Fernando Henrique foi nomeado para o Ministério da Fazenda. “O Plano Real – destacou – foi obra de Itamar e Fernando Henrique. Foi Itamar também que colocou o Brasil nos trilhos.
Ironizando o comportamento do presidente Lula durante a atual campanha, Serra recordou que, em 2002, Fernando Henrique se comportou como chefe de Estado nas eleições daquele ano. Serra também respondeu a Lula, que sempre criticou o acordo do Brasil com o FMI em 2002: “Esse empréstimo foi para garantir a estabilidade do governo que viria a seguir”.
“Não vou tratar a oposição como inimiga. Na oposição ao governo Lula, o PSDB foi uma oposição ‘soft’. Não vou governar para uma facção. Vou governar para todos os brasileiros. Ninguém vai ser exterminado. Nada mais neoliberal do que a política econômica do atual governo.”
Serra também ironizou as críticas do PT às privatizações: “Apesar de criticarem muito, mantiveram as privatizações que fizemos. Quero lembrar que fui do tempo em que quem tinha telefone era obrigado a declarar ao Imposto de Renda. Hoje, existem no país 200 milhões de telefones”.
O candidato também ironizou os desmentidos de Dilma Rousseff sobre o aborto: “Não vou dizer que sou a favor pois sou contra. Só tenho uma cara.” E lembrou que, agora, o PT discute como tirar essa questão do seu programa.
“Vale a pena respeitar as pessoas e suas instituições. Vale a pena ser decente, ser honesto. É o que fica”, encerrou Serra conclamando a todos para sair do encontro com o desejo de lutar pela democracia brasileira.
Fonte: Agência Tucana
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Ibope: Anastasia abre 13 pontos de diferença sobre adversárioIbope: Anastasia abre 13 pontos de diferença sobre adversário

A nova pesquisa eleitoral do Ibope, divulgada na manhã desta segunda-feira, dia 27, mostra que o governador Antonio Anastasia, candidato à reeleição, ampliou para 13 pontos a vantagem em relação ao segundo colocado na preferência dos eleitores mineiros.
Os números mostram que Anastasia tinha 42% das intenções de voto na pesquisa da última terça-feira e, agora, está com 46%. Um crescimento de quatro pontos em menos de uma semana. Já o candidato Hélio Calixto Costa, do PMDB, continua caindo. Ele passou de 34% para 33%. Segundo o Ibope, Antonio Anastasia seria eleito no primeiro turno com 57% dos votos válidos.
A pesquisa mostra que, nos últimos dois meses, o reconhecimento de Antonio Anastasia como o candidato mais preparado para governar o Estado nos próximos quatro anos foi crescente. Enquanto o candidato do PMDB permaneceu em queda, Antonio Anastasia cresceu 25 pontos desde o final de julho, segundo o Ibope.
No caso de um eventual segundo turno, o governador Antonio Anastasia também seria eleito. O Ibope mostrou que ele tem 47% das intenções de voto contra 34% do outro candidato. O número de eleitores que ainda não decidiu o seu voto representa 15%.
Além do Ibope, as últimas pesquisas dos institutos Datafolha, Vox Populi, EM Data, Data Tempo/CP2 e Nexus confirmam a liderança de Antonio Anastasia para as eleições ao Governo de Minas.
Senado
O Ibope também pesquisou as intenções de votos para o Senado. Dois candidatos serão eleitos em Minas Gerais. O ex-governador Aécio Neves e o ex-presidente Itamar Franco mantém a liderança na pesquisa. Aécio Neves, que tinha 67% das intenções na última medição, agora passou para 69%.
Itamar Franco manteve os 44% na preferência dos eleitores de Minas. Já o candidato que aparece em terceiro lugar caiu para 29%.
Considerando apenas os votos válidos para o Senado, quando se exclui os votos brancos, nulos e eleitores indecisos, o ex-governador Aécio Neves continua em primeiro lugar, com 46% das intenções de voto, seguido por Itamar Franco com 30% das intenções. Já o terceiro colocado aparece apenas com 19%.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Datafolha: Pesquisa recente mostra que Anastasia abre 5 pontos sobre Hélio Costa em Minas

Ex-governador lidera a disputa pelo Senado com 67% das intenções de voto, seguido por Itamar, que tem 43%
O governador Antonio Anastasia (PSDB) abriu cinco pontos de vantagem sobre Hélio Costa (PMDB), seu principal adversário ao governo de Minas Gerais, diz pesquisa Datafolha. A eleição pode ser decidida já no primeiro turno.
Anastasia, candidato apoiado pelo ex-governador Aécio Neves (PSDB), passou de 40% para 42% das intenções de voto, uma variação dentro da margem de erro da pesquisa, de dois pontos.
Hélio Costa permaneceu com os 37% da pesquisa anterior, da semana passada.
Considerando apenas os votos válidos, o tucano tem agora 51% contra 44% de Costa. Para ser eleito no primeiro turno, o candidato precisa ter mais de 50% dos votos válidos.
Na pesquisa anterior, Anastasia tinha 50% dos votos válidos contra 46% de seu principal adversário.
Adilson Rosa (PCO), Edilson Nascimento (PT do B), Zé Fernando Aparecido (PV) e Vanessa Portugal (PSTU) têm 1% das intenções de voto. Os candidatos Fabinho (PCB) e Professor Luiz Carlos (PSOL) não atingiram 1%.
Votos em branco e nulo somam 4%. Ainda não decidiram em quem votar outros 13% dos mineiros.
O Datafolha aponta que 79% dos eleitores de Costa e 67% de quem pretende votar em Anastasia não sabem o número de seus candidatos.
SENADO
O ex-presidente Itamar Franco (PPS) ampliou sua vantagem sobre o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel (PT) na disputa pela segunda vaga de senador em Minas. Aécio continua liderando com folga.
Na semana em que apresentou um depoimento do candidato a presidente de seu partido, José Serra, no horário eleitoral, Aécio passou de 71% para 67%, uma variação no limite da margem de erro da pesquisa.
Já Itamar, que mostrou Aécio em seu programa eleitoral, variou de 40% para 43%. Ele agora tem 11 pontos de vantagem sobre Pimentel, que manteve os 32% da pesquisa anterior.
Zito Vieira (PC do B) tem 3%. Marilda Ribeiro (PSOL), Rafael Pimenta (PCB) e Miguel Martini (PHS) têm 2% cada um. Com 1% estão José João da Silva (PSTU), Betão (PCO), Efraim Moura (PSTU) e Mineirinho (PSOL).
Os indecisos para uma são 24% e 13% não sabem em quem votar para as duas vagas de senador.
Fonte: Evandro Spinelli – Folha de S.Paulo
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Para Anastasia, manifestações de apoio são resultado da confiança em seu trabalho

segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Anastasia entra na reta final da campanha em contato direto com os eleitores do Estado

sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Itamar e Alberto Pinto Coelho recebem apoio em Bambuí de lideranças do Centro-Oeste de Minas

Prefeitos e lideranças políticas do Centro-Oeste de Minas se reuniram, na tarde desta quinta-feira (16/09), em Bambuí, para receber o ex-presidente da República, Itamar Franco, candidato ao Senado, e o candidato a vice-governador, deputado Alberto Pinto Coelho. De mãos dadas com os prefeitos, Itamar e Alberto agradeceram o apoio carinhoso da população e destacaram a importância do voto consciente em Minas para reeleger Antonio Anastasia.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Ao lado de Serra, Anastasia diz que implantará Zona de Desenvolvimento Regional em Pará de Minas

Governador Antonio Anastasia implantará Zona de Desenvolvimento Regional em Pará de Minas
Governador quer aproveitar potencial do município em agronegócio e siderurgia para atrair novas empresas e gerar empregos para a populaçãoO governador Antonio Anastasia, candidato à reeleição, afirmou nesta segunda-feira (06/09) que, reeleito, aproveitará o potencial de Pará de Minas (Região Central) no agronegócio e a siderurgia para implantar no município uma das Zonas de Desenvolvimento Regional. A proposta, incluída no Plano de Governo de Anastasia que será lançado nesta semana, pretende descentralizar o crescimento econômico no Estado aproveitando as vocações e necessidades de cada região. As Zonas de Desenvolvimento Regional terão incentivos para novas empresas, gerando mais empregos para a população. O governador participou de campanha em Pará de Minas, ao lado de Aécio Neves, candidato ao Senado, e de José Serra, candidato a presidente.
“Minas Gerais tem alguns eixos de desenvolvimento especiais, um deles é aqui nessa região, que deve receber agora mais estímulo do Estado, através da nossa proposta de Zonas de Desenvolvimento Regional. Certamente aqui, teremos um esforço maior, junto com os empresários locais, quer na área do agronegócio, que aqui é muito forte, como também na parte de siderurgia. Certamente, teremos aqui investimentos especiais”, afirmou Antonio Anastasia.
Para incentivar o desenvolvimento das Zonas de Desenvolvimento Regional, o governador pretende elaborar um programa que inclui concessão de incentivos fiscais especiais e linhas de crédito por meio do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG). A ideia é criar vantagens competitivas em cada região para as cadeias produtivas, aumentar a conectividade entre empresas e instituições, gerando mais negócios entre pequenos e médios empresários.
Melhoria da infraestrutura
A proposta para o Desenvolvimento Regional de Minas Gerais, incluída no Plano de Governo, prevê investimentos em todas as áreas. O governador Antonio Anastasia tem como meta, até 2014, a criação de 400 mil vagas no ensino profissionalizante, além de consolidar 200 hospitais regionais e implantar 15 novos Centros de comando e controle regionais que garantirão atendimento aos 853 municípios. As Unidades Básicas de Saúde serão reforçadas em 560 municípios e serão implantados 65 Centros de Atenção Especializada.
Para melhorar a infraestrutura regional serão asfaltados 7.600 km de rodovias, ligando os municípios mineiros por meio do programa Caminhos de Minas. O governador também pretende universalizar o serviço de abastecimento de água, coleta e tratamento dos esgotos nas cidades atendidas pela Copasa, além do manejo sustentável dos resíduos sólidos.
Festa em Pará de Minas
Antonio Anastasia, Aécio Neves e José Serra foram recebidos com muita festa em Pará de Minas. Os três participaram de carreata e caminharam pelas ruas do centro da cidade, onde foram recebidos calorosamente pelos moradores, dezenas de prefeitos e líderes políticos da cidade.
Do aeroporto eles seguiram em carreata até o Centro da cidade, onde eram aguardados por centenas de pessoas na Avenida Nova Serrana. Muito aplaudidos, os candidatos pararam na Praça Melo Viana e, em cima de uma caminhonete, discursaram para a população. Da praça, Antonio Anastasia, Aécio Neves e José Serra se reuniram com ruralistas da região no Parque de Exposições.
Muitos moradores fizeram questão de tirar uma foto ao lado de Antonio Anastasia e Aécio Neves, como a estudante Juliana Marçal de Souza. “Antonio Anastasia é um excelente governador de Minas, como foi Aécio Neves. Foi no governo deles que recebi na escola, livros didáticos de português e matemática. Eles precisam ser eleitos para continuar as coisas boas”, disse a estudante.
A aposentada Helena Franco, de 83 anos, também fez questão de cumprimentar os candidatos e acabou ganhando um beijo do ex-governador Aécio Neves. “Os dois são formidáveis. Sei que serão eleitos, porque são os melhores”.
O ex-governador Aécio Neves afirmou que a receptividade de Antonio Anastasia no interior de Minas é maior a cada dia. Segundo ele, o sentimento dos mineiros é pela continuidade do excelente trabalho do Governo de Minas ao longo dos últimos oito anos.
“A eleição será decidida pelos mineiros a partir de Minas Gerais, do sentimento e da alma dos mineiros, e não por qualquer tipo de força, de intervenção de fora de Minas Gerais. A candidatura do governador Anastasia nasce e é gerada em solo mineiro, com base nos sentimentos maiores de Minas Gerais. Ela não é fruto de uma intervenção, de uma imposição. É por isso que ela está crescendo. Os mineiros, ao longo da história de quase três séculos, sempre foram muito ciosos da sua autonomia para que nós próprios escolhêssemos o nosso destino. É o que vai ocorrer mais uma vez”, falou Aécio Neves, em Pará de Minas.
Apoio dos prefeitos
O prefeito de Pará de Minas, Zezé Porfírio (PR), disse que não é por acaso que Minas Gerais cresceu mais do que o resto do país nos últimos anos. Para ele, a administração Aécio/Anastasia mostrou o que é governar priorizando os municípios, trabalhando com competência e honestidade.
“Minas Gerais foi o Estado que mais cresceu no Brasil, mais gerou empregos. O Governo de Minas abriu as portas para os prefeitos estarem falando direto com o governador. Aécio e Anastasia mostraram o que é governar, tanto que governadores de outros estados vieram aqui buscar o que é excelência em administrar. Minas tem que continuar andando para frente, não pode andar para trás. Por isso, Anastasia, pela sua competência, pela sua honestidade, pelo seu trabalho, é o mais indicado para governar um Estado com o potencial de Minas”, completou o prefeito.
O prefeito de Igaratinga, Fábio Alves (PDT), afirmou que Antonio Anastasia tem os melhores projetos para Minas continuar desenvolvendo.
“Apoiamos a candidatura do governador Antonio Anastasia à reeleição, porque sabemos que Minas precisa continuar no caminho que está e porque Antonio Anastasia tem os melhores projetos para Minas continuar crescendo”, disse Fábio Alves.
Mais investimentos
Nos últimos oito anos, Pará de Minas recebeu investimentos de R$ 116,9 milhões em dez projetos nos setores de transporte terrestre, têxtil, siderurgia, saneamento, químico, metalurgia, educação, calçados e couro e agroindústria. O investimento possibilitou a geração de 398 empregos diretos, garantindo mais oportunidades e renda para os moradores da cidade.
Fonte: Coligação “Somos Minas Gerais”
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Itamar Franco defende Senado independente

O candidato ao Senado pela coligação “Somos Minas Gerais”, Itamar Franco, defende a independência dos senadores em relação ao Poder Executivo. Ontem, em seu twitter, Itamar afirmou que a primeira atribuição constitucional de um senador é julgar o presidente da República. “A primeira atribuição constitucional de um senador é julgar o presidente da República”. E perguntou: “Como pode um candidato anunciar-se senador do presidente?”
No entendimento de Itamar Franco, que já foi senador por 16 anos, em dois mandatos, o parlamentar deve preservar sua isenção, em vez de dizer que será um representante do presidente da República. Um dos motivos que teriam levado ao enfraquecimento do Poder Legislativo, segundo o ex-presidente da República, foi o atrelamento do Congresso ao Governo Federal. “Precisamos resgatar a independência dos Poderes”, afirma.
Ao longo dos dois mandatos como senador, Itamar sempre atuou no campo da oposição, eleito pelo antigo MDB. “Éramos minoria, mas sempre procuramos estudar e nos preparar, como recomendava o saudoso Franco Montoro”, afirma o ex-presidente da República.
Itamar acredita que o senador deve defender os interesses do seu Estado de origem na Câmara Alta. “Outra atribuição, além de julgar o presidente, é estudar o endividamento dos estados e municípios. Dessa forma, ele pode atuar em prol do Estado e dos prefeitos, que é o que Aécio e eu pretendemos fazer caso eleitos”, diz o ex-presidente.
Pacto Federativo
Uma das frentes de trabalho em que pretende atuar é a defesa do pacto federativo. Segundo ele, a União arrecada muito e transfere pouco para os outros entes federativos. “Precisamos efetivar uma distribuição mais justa dos recursos, de tal forma que as cidades que dependem do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) tenham como sobreviver”, disse o candidato.
Itamar também pretende lutar pela elevação da alíquota da Cfem, o royaltie do minério, hoje da ordem de 1,6%. “É um absurdo que cidades como Congonhas e Conselheiro Lafaiete, por exemplo, tenham seu subsolo explorado à exaustão e, depois, não recebam uma compensação à altura”.
Itamar Franco disse ainda não compreender o questionamento que está se fazendo sobre as pesquisas divulgadas na última semana. Segundo o Ibope, o governador Antonio Anastasia ultrapassou seu adversário e lidera a disputa para o Governo de Minas. “A candidatura do adversário foi definida com base em pesquisas. Agora, querem desqualificar as mesmas pesquisas?”, perguntou.
Segundo ele, pesquisa é um retrato do momento e deve ser relativizada. “Temos que arregaçar as mangas e trabalhar muito para sermos aprovados na verdadeira pesquisa, que é a das urnas”, diz.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Anastasia, Aécio e Itamar estão em Ubá

quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Anastasia: competência, honestidade e qualidade são pressupostos básicos para equipe de governoAnastasia: competência, honestidade e qualidade são pre

O governador Antonio Anastasia, candidato à reeleição pela Coligação “Somos Minas Gerais” afirmou nesta terça-feira, dia 17, que, reeleito, a formação de sua equipe de governo continuará sendo pautada pela competência, honestidade e qualidade de seus integrantes. Em entrevista ao jornal MGTV 2ª Edição, da Rede Globo Minas, o governador falou, ainda, sobre experiência política e administrativa, avanços sociais obtidos em seu governo e na gestão do ex-governador Aécio Neves, candidato ao Senado, e sobre suas propostas para a área de educação.
“Fizemos um governo muito aplaudido, reconhecido não só internacionalmente, mas o mais importante, aqui pelos mineiros, com indicadores de popularidade extremamente altos. Esse apoio político é importante para termos a maioria na Assembleia para termos deputados vinculados a nós no Congresso Nacional. Para conseguirmos bons projetos. No momento da composição do governo, qual o nosso critério? Competência, qualidade, honestidade. Para apresentar resultados. Assim foi durante todo esse período. Assim é o meu atual governo. Assim também teremos os próximos anos em Minas Gerais”, disse o governador Antonio Anastasia.
Ele ressaltou toda a sua experiência política e administrativa, lembrando que, entre os cargos que ocupou, foi secretário de Recursos Humanos e Administração, no Governo Hélio Garcia; secretário-executivo dos ministérios do Trabalho e da Justiça; secretário de Planejamento e de Defesa Social no Governo Aécio Neves e eleito vice-governador com 77% dos votos dos mineiros em 2006.
“Tivemos a confiança plena de todos os mineiros. Tenho essa experiência política que começou comigo lá atrás. Sempre envolvido na política. O que eu não tenho de fato é o chamado envolvimento na ‘política baixa’, na política ruim. Isso não é comigo. Tenho envolvimento muito forte com boas propostas. O conhecimento técnico é importante. Porque hoje as pessoas que estão nos cargos, elas devem ter conhecimento também. Eu tenho então que misturar a sensibilidade, o sentimento de liderança e, ao mesmo tempo, com conhecimento técnico para superar os problemas. E foi o que aconteceu ao longo desses anos aqui em Minas”, disse Antonio Anastasia.
Saúde, educação e emprego
O governador também destacou os avanços obtidos nas áreas sociais em razão do modelo de gestão implantado na sua gestão e do ex-governador Aécio Neves. Ele lembrou que o Choque de Gestão, implantado em 2003, possibilitou a retomada da capacidade de investimento do Estado em áreas essenciais como saúde, educação e geração de empregos.
“As questões sociais sempre estiveram no centro das nossas preocupações. O Choque de Gestão foi feito em Minas para colocarmos ordem na casa. Para termos condições e oportunidades e instrumentos para avançarmos, fazermos as estradas, reformarmos as escolas e os hospitais, levar telefonia celular para todos os municípios, aumentarmos os efetivos das polícias”, disse.
E completou: “no levantamento do Ministério do Desenvolvimento Social, em termos de qual estado vai melhor na área da assistência social, Minas sempre esteve em primeiro lugar. Somos reconhecidos por isso. Mas a questão social vai além da assistência social. A questão social envolve emprego, que é o mais importante, e nos últimos meses vimos que Minas Gerais gerou mais empregos que todos os estados do Brasil. A saúde, a educação, a infraestrutura, tudo isso é inclusão social. Na realidade é um todo”.
Educação
O governador Antonio Anastasia também afirmou que, se reeleito, a educação será prioridade em seu governo, tanto na melhoria das condições de trabalho dos professores, quanto na expansão de programas de ensino profissionalizante e novas propostas para melhorar o aprendizado dos alunos mineiros. Ele lembrou que, recentemente, Minas Gerais foi destaque em avaliação do Ministério da Educação.
“A educação é uma prioridade por quê? Porque envolve o futuro, as futuras gerações. Então, temos importantes inovações na metodologia, na qualidade do ensino e não foi em vão que agora o Ministério da Educação acaba de reconhecer Minas Gerais em primeiro lugar na educação.
Exatamente porque nós conseguimos avançar e fomos o primeiro estado a colocar as crianças aos seis anos na escola. Vamos continuar avançando na questão da remuneração dos professores, vamos continuar avançando na questão da qualidade do ensino”, disse o governador.
Metrô e BR-381
Antonio Anastasia também cobrou investimentos do Governo Federal na ampliação do metrô de Belo Horizonte e na duplicação da BR-381, conhecida com a “rodovia da morte”, gerida pelo Departamento Nacional de Trânsito (Dnit). Ele lembrou que nos últimos oito anos, por inúmeras vezes, o Governo de Minas propôs à União a gestão compartilhada do metrô da capital, além da estadualização das rodovias federais.
“Na realidade, faltou vontade política ao Governo Federal, que tem os recursos financeiros para isso, e é o responsável por essas grandes obras. Não foi uma, nem duas, foram inúmeras vezes que o Governo do Estado e a bancada federal de Minas apresentaram ao Governo Federal propostas tanto para o metrô, como para duplicação da BR-381, que é fundamental. Acho até que a obra mais importante da União em Minas é a duplicação até Governador Valadares”, disse Anastasia.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Antonio Anastasia assume compromisso de levar gasoduto a Uberaba

O governador Antonio Anastasia assumiu o compromisso, nesta segunda-feira (09/08), em Uberaba (Triângulo Mineiro), que, reeleito, dará prioridade à construção do gasoduto ligando o município de São Carlos (SP) a Uberaba e a Uberlândia. Antonio Anastasia afirmou que esse é seu compromisso para que a Petrobras instale em Uberaba uma planta de ureia-amônia, insumo básico para a produção de fertilizantes. A construção do gasoduto, com 235 quilômetros de extensão até Uberaba e outros 120 quilômetros até Uberlândia, foi anunciada em março deste ano pelo ex-governador Aécio Neves, candidato ao Senado. Os recursos serão da ordem de R$ 750 milhões. Atualmente o Brasil importa 75% dos fertilizantes nitrogenados que consome.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Política com arte: Artistas plásticos, arquitetos e estilistas pintam muros em apoio a Anastasia, Aécio, Itamar e Serra

Com pincéis e tintas nas mãos e muita criatividade, artistas, arquitetos, escritores e estilistas abusaram das cores para estampar em muros e tapumes de obras o apoio à reeleição de Antonio Anastasia. Eles pintaram painéis em oito bairros de Belo Horizonte com frases e desenhos ressaltando a importância dos candidatos da coligação “Somos Minas Gerais”. O governador Antonio Anastasia, candidato à reeleição, acompanhado do ex-governador Aécio Neves, candidato ao Senado, do candidato a presidente José Serra e de Alberto Pinto Coelho, candidato a vice, acompanharam a pintura dos muros em vários pontos da cidade. Antonio Anastasia e José Serra chegaram a usar os pincéis para ajudar os artistas a pintarem os muros.

