
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Governador Antonio Anastasia apresenta modelo de gestão do Mineirão

quinta-feira, 22 de abril de 2010
Em causa própria: Lula e Celso Amorim oferecem condecoração da Ordem de Rio Branco a suas respectivas mulheres

PAC em Minas: a incrível história das obras que desapareceram!

Exposição de Tancredo no Rio reúne Serra, Aécio Neves e as forças políticas e socias

Kubitschek, Niemeyer, Maia, Aleixo, Gouthier, Chagas Freitas, as forças políticas e sociais, do Rio e de Minas, unidas em torno da memória de Tancredo Neves
A exposição faz uma síntese do essencial na História percorrida pelo estadista, reproduzindo fielmente o conteúdo do Memorial Tancredo Neves, de São João Del Rei. E a gente percebe que Minas, mesmo quando adormecida em termos nacionais, como agora, permanece desperta em sua essência, e que seu poder independe de retratos em paredes de repartições públicas. Vai muito além. Minas é memória. Minas guarda valores. “Essa gente das Minas Gerais não se submete nunca” – a frase, tomei emprestada do português conde de Assumar, quando mandou matar o insurgente mineiro Filipe dos Santos.
O conde também disse “mineiro tem por brio fazer revolução”. Mas este não é o perfil dos mineiros Neves, antes de tudo gente de boa conversa e paz. E lá vem Aécio Neves, subindo a escada rolante do museu, seguido de José Serra, e emprestando ao paulista um tantão de seu carisma. Colado em Aécio, até mesmo o fechadão Serra consegue angariar simpatias, despertar sorrisos, pois, convenhamos, esta eleição pra presidente está mais para “o pleito da antipatia”, conforme manchete muito bem sacada da revista mineira Viver Brasil.
Também fazia parte do evento no MHN, o lançamento, por Mauro Santayana, dos livros A política como razão: as idéias e o tempo de Tancredo Neves e Tancredo, o verbo republicano, com uma seleção dos mais importantes discursos do estadista. O jornalista começou a autografar às seis e meia da tarde e ficou lá, de caneta em punho, até 10 e meia. Tudo pilotado pela eficiência de Andréa Neves, que, com essa exposição, brinda o Rio e o Brasil com uma certa sensação de nostalgia, do ‘poderia ter sido’, um gostinho daquilo que, com Aécio, um dia poderá ser. Eu disse com Aécio…
Fonte: Hildegard de Angel – Jornal do Brasil
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Governador Anastasia defende equilíbrio entre União, estados e municípios
terça-feira, 20 de abril de 2010
Aécio Neves declara apoio a José Serra
Aécio Neves - Biografia
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Valor Econômico: “Aécio aposta futuro na reprise da conciliação”

quinta-feira, 15 de abril de 2010
Anastasia inicia obras do Proacesso entre Miravânia e Cônego Marinho

Partidos promovem encontro “Minas é Serra e Anastasia”

Crise no PT de Minas racha aliança com o PMDB, que já avisou que a aliança nacional está ameaçada

As divergências entre PT e PMDB nos estados, que atingem de forma mais aguda Minas Gerais, já ameaçam a unidade em torno da pré-candidata Dilma Rousseff (PT). A cúpula peemedebista admite que a aliança nacional está correndo o risco de ser rejeitada na convenção nacional de junho. O assunto foi tratado ontem em pelo menos duas reuniões. A primeira, no início da tarde, na qual a direção do PMDB ouviu as queixas dos exministros Hélio Costa e Geddel Vieira Lima, pré-candidatos aos governos de Minas Gerais e Bahia, respectivamente.
Sociólogo critica ações do PT, chama da oportunismo político flores no túmulo de Tancredo, avô de Aécio e diz que “Lula pilotou política econômica

quarta-feira, 14 de abril de 2010
Governador Antonio Anastasia entrega Prêmio Bom Exemplo de responsabilidade social

terça-feira, 13 de abril de 2010
Estadão: ‘A grande incógnita é como será a relação de Dilma com o PT’, diz Aécio

Ex-governador de Minas Gerais que deixou o cargo com popularidade recorde, Aécio Neves perdeu para o paulista José Serra o posto de pré-candidato do PSDB a presidente, mas não cultiva mágoa ou despeito. Certo de que a presidenciável petista Dilma Rousseff “é uma grande incógnita”, Ele quer começar a campanha de Serra por Minas Gerais, como pré-candidato ao Senado e sem falar em vice. Os dois vão se reunir neste início de semana para marcar a data. Aécio vai propor dia 19.
“Condicionei meu descanso primeiro ao lançamento da candidatura no dia 10, e agora por mais nove dias”, conta Aécio, que só sairá em férias depois de pedir voto aos mineiros. “Acho que a ida a Minas, no início de sua caminhada, tem o simbolismo de demonstrar a proximidade pessoal nossa, e de Minas e São Paulo, nesta eleição”, avalia. Ao mesmo tempo, porém, o tucano adverte que não promete vitória a Serra. “Prometo o empenho. Ninguém induz o voto do eleitor, que é livre para fazer suas escolhas”, diz Aécio, em entrevista ao Estado. “Vou tentar demonstrar que, para Minas e para o Brasil, a eleição de Serra é muito melhor.”
Dilma produz novas gafes e escorrega por onde passa

“Eu não fujo quando a situação fica difícil. Eu não tenho medo da luta”, disse Dilma. Supostamente destinada a atingir o pré-candidato tucano, José Serra, que se exilou no Chile, a afirmação irritou até aliados, já que muitos deles tiveram de fugir para o exterior para não serem presos.
Foi o caso, por exemplo, de líderes políticos como Leonel Brizola e Miguel Arraes, já falecidos, mas figuras veneradas até hoje por seus partidos, o PDT e PSB, respectivamente, possíveis aliados na campanha de Dilma. Ela negou, em seu Twitter, que tivesse criticado os exilados.
Dilma já tinha escorregado em outras ocasiões durante a semana. Na pior delas, aproveitou uma entrevista à Rádio Itatiaia, em Minas, para defender que os eleitores votassem numa dobradinha informal feita com o candidato tucano ao governo, Antônio Anastasia, do PSDB.
O comentário provocou irritação entre seus aliados de Minas, especialmente no senador Hélio Costa (PMDB), que lidera as pesquisas de intenção de voto no Estado e foi seu companheiro de equipe ministerial. Foi preciso que o comando do PT e a própria Dilma conversassem com Costa para serenar os ânimos.
A passagem por Minas ainda provocou outro desconforto. Após visitar o túmulo de Tancredo Neves, foi acusada pela oposição de agir com oportunismo.
Outro problema ocorreu na posse do senador Alfredo Nascimento (AM) como presidente nacional do PR. Declarações favoráveis ao ex-governador do Rio Anthony Garotinho, candidato ao governo local, não agradaram o atual governador, Sérgio Cabral Filho (PMDB).
Deslizes da petista
5 de abril
Na posse do senador Alfredo Nascimento como presidente do PR, Dilma elogia e tira fotos com ex-governador do Rio, Anthony Garotinho, adversário direto de seu maior aliado no Estado, o governador Sérgio Cabral Filho (PMDB). “O Garotinho é um parceiro antigo, do tempo do PDT”, disse
6 de abril
Em Minas, Dilma visitou o túmulo de Tancredo Neves. Foi chamada de oportunista pela oposição, já que o PT não apoiou a articulação política que levou Tancredo a ser escolhido como presidente, em 1985
10 de abril
Em discurso em São Bernardo, Dilma fez um comentário interpretado como uma crítica aos que deixaram o País durante a ditadura, como José Serra. “Eu não fujo quando a situação fica difícil. Eu não tenho medo da luta”. O comentário irritou até aliados da petista, já que muitos foram exilados.
Fonte: Marcelo de Moraes de Brasília – O Estado de S.Paulo
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Antonio Anastasia abre seminário “Minas do Futuro”

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domingo, 11 de abril de 2010
Discurso de Aécio Neves no Encontro do PSDB, DEM e PPS que lançou a pré-candidatura de José Serra
PSDB lança Serra como pré-candidato à Presidência
quinta-feira, 8 de abril de 2010
DILMA NO TÚMULO DE TANCREDO: FINALMENTE, O LOBO EM PELE DE CORDEIRO




