quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Aécio Neves propõe no Senado mudança nos royalties do minério
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
A farsa contida na história de que “MP acusa o governo mineiro de desviar 4,3 bilhões da Saúde”
A distorção da informação é algo muito sério e que muitas vezes tira o foco da verdade. É preciso identificar as fontes que procuram por meio de inverdades manchar a imagem de instituições públicas, que nos últimos sete anos conseguiram impor um novo nível gerencial na gestão pública do Brasil. O Governo Aécio Neves foi reconhecido internacionalmente pelas ações de fortalecimento dos bens públicos. Hoje, o Choque de Gestão é empregado pelo Banco Mundial como referência para gestores de diversas partes do mundo.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Parcerias que rendem frutos
Cidades
Balanço. Após sete anos à frente do Servas, Andrea Neves diz que trabalho conjunto resultou no sucesso das ações
Programas sociais mudaram realidade de pessoas carentes em todo Estado
domingo, 27 de dezembro de 2009
Artigo: Os Mineiros e a Federação
A indecisão hamletiana de José Serra foi sempre calculada. Não dando a Aécio chance - na disputa das prévias - de articular as forças regionais em torno de sua candidatura, o empurrariam para aceitar a postulação à Vice-Presidência. O açodamento não é um pecado mineiro. Aécio recusou as cartas do jogo, a fim de não contribuir para uma posição subalterna de Minas. Qualquer venha a ser o futuro presidente, os mineiros, sob a liderança de Aécio, seja dando-lhe apoio, seja a ele se opondo, terão poder suficiente para influir no destino do país.
A decisão do governador de Minas foi tomada desde que sentiu, na seção paulista do PSDB, a intenção de desgastá-lo, mediante as manobras conhecidas.
Desde os militares, os governos têm buscado em Minas o atestado de credibilidade junto à nação: Castello Branco, com Alkmin; Costa e Silva, com Pedro Aleixo; Figueiredo, com Aureliano Chaves; Fernando Collor, com Itamar Franco; e, por fim, José Alencar, com Lula. Aécio percebeu que o problema era mais grave, porque confirmava a presunção de hegemonia de São Paulo sobre a Federação. Aécio sempre defendeu os direitos da Federação; não apenas os de Minas. Nisso, o governador segue a reivindicação federalista dos mineiros, dos gaúchos e pernambucanos que remonta aos farroupilhas, aos confederados de 1824 e aos luzias de 1842.
Como Aécio deixou bem claro, não podia ficar aguardando a decisão de Serra. Não podia atrelar sua carreira de homem público, nem os interesses de Minas e do país à carruagem imperial do governador de São Paulo. Ele quis dizer, e disse, que Minas oferece ao Brasil seu governador como candidato a presidente, mas não mais aceita oferecer um candidato a vice-presidente. Pelo menos, não aceita que o ocupante do Palácio da Liberdade, com suas pedras vetustas e sua força histórica, venha a ocupar o Palácio do Jaburu.
Por outro lado, qualquer representante de um povo - que, desde o século 18, tem defendido sua dignidade, com todos os meios - não pode ficar postulando à porta dos paulistas. Se o partido, pelas suas instâncias regulares, vier a chamá-lo para disputar a indicação dos convencionais, para disputar a Presidência, ele poderá, talvez, aceitar a convocação. Não sendo assim, é melhor ficar em Minas. Ele tem, como exemplo, a famosa postura de Bueno Brandão, quando o grande republicano disse que preferia cair com Minas, a cair em Minas.
Em 1913, os paulistas e mineiros decidiram unir-se contra a provável candidatura de Pinheiro Machado, nas eleições de 1914, na sucessão de Hermes da Fonseca. Desse pacto surgiu a candidatura de Wenceslau Braz, mineiro, em 1914, e a do paulista Rodrigues Alves, para o quatriênio seguinte. Ao afirmar a solenidade do compromisso, Bueno Brandão fez a frase histórica.
Perder a oportunidade - se Aécio a perdeu - de eleger-se presidente da República em novembro, não é desdouro, como tampouco perder uma eleição. Aécio, ao que parece, não está disposto a "cair em Minas". É improvável que, apesar de todas as pressões, aceite a Vice-Presidência. Isso seria cair em Minas, o que sua biografia não admite. Não lhe cabe dobrar-se à divisa da cidade de São Paulo (non ducor, duco), que se pretende uma nova Roma. Se, conforme as pesquisas, Serra ganha da mesma forma as eleições, com Aécio ou sem Aécio, por que constranger o mineiro? Se a questão é de chapa pura, seria mais razoável que ela se formasse com Serra e Fernando Henrique, Fernando Henrique e Serra, ou Serra e Geraldo Alckmin.
Tancredo e a história
O jornal Valor Econômico, de segunda-feira, publica curiosa entrevista do professor de sociologia Rudá Ricci. Em seu juízo, Tancredo era provinciano, que só ficou conhecido dois anos antes de 1985 e não tinha a dimensão de Ulysses Guimarães. Insinua que Aécio é tão provinciano quanto o avô, e Serra tão universal quanto Ulysses. Não sabe que Tancredo foi ministro da Justiça de Getulio; que evitou a guerra civil em agosto de 1961, quando da renúncia de Jânio; que foi primeiro-ministro de Jango; que se opôs com bravura ao golpe de 1964 (quando Ulysses a ele aderia) e - como disse Affonso Arinos - deu ao Brasil não só a sua vida mas também a sua morte.
Que Ricci não conheça a História da Conquista da Inglaterra pelos normandos, vá lá; mas, que não conheça a história recente do país, é constrangedor para a credibilidade da instituição acadêmica a que pertence.
Fonte: JB Online - 22/12/2009 - 23h59 - Coluna Coisas da Política: "Os mineiros e a Federação"
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
É falsa a notícia sobre a agressão de Aécio à namorada em festa
É o que revela a apuração dos fatos feita por dois dos jornalistas políticos mais bem informados do país: Ricardo Noblat, do Blog do Noblat, e o Lauro Jardim, editor da coluna Radar, da revista Veja e do Portal Abril.com.
Eles apuraram os fatos, conversaram com pessoas que participaram da festa e apontam as motivações políticas eleitoreiras entorno da divulgação da notícia.
Ricardo Noblat – 02/11/2010, em seu Twitter : www.twitter.com/blogdonoblat:
Passei o dia atrás da história da suposta agressão de Aécio Neves à namorada. Ouvi 6 pessoas que estavam na festa do hotel Fasano.
Resposta delas: não viram nada. Há pouco, localizei Aécio e a namorada, Letícia. Os dois passam o fim-de-semana em Florianópolis.
"Isso é uma nojeira. Não aconteceu nada. Meu azar foi me apaixonar por um político," me disse Letícia. Aécio não quis comentar.
Letícia disse mais: "isso me parece exploração política." Berzoini, presidente do PT, deu a notícia no seu twitter.
Lauro Jardim - Blog Radar on-line:
Começou a baixaria - Eleições 2010
A insidiosa campanha de boatos na internet sobre Aécio Neves, que circula com força na web desde o fim de semana, visa a atingir exatamente a característica mais festejada do governador mineiro: a capacidade de conciliação e de entendimento entre contrários.
A baixaria tenta também alcançar outra de suas marcas atestadas nas pesquisas de opinião - a boa imagem junto ao eleitorado feminino.
Enfim, está inaugurada no final de 2009 a era de baixarias na campanha 2010.
Fonte: "Blog Aécio Presidente"
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Fifa confirma nas Bahamas e BH comemora

Multidão festeja na Praça da Pampulha inclusão da capital entre as 12 cidades que vão sediar jogos do Mundial. Vice-governador e prefeito garantem investimentos em obras
Frederico Bottrel
Com um grito de alegria, erguendo bandeirolas em verde e amarelo, a multidão comemorou a escolha de Belo Horizonte como uma das sedes dos jogos da Copa do Mundo de 2014. Concentradas na Praça da Pampulha, diante da Igreja São Francisco de Assis, um dos cartões-postais da cidade, na tarde de ontem, as cerca de 7 mil pessoas nem quiseram ouvir os nomes das outras 11 cidades anunciadas pela Federação Internacional de Futebol (Fifa). Os fogos de artifício e a empolgação popular foram indício da euforia típica do mundial esportivo.
No telão que transmitia o pronunciamento oficial diretamente das Bahamas, o presidente da Fifa, Joseph Blatter, anunciou, em ordem alfabética, as outras cidades brasileiras que receberão a Copa. Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo completaram a lista. Das 17 candidatas que estavam na disputa, ficaram de fora Belém, Campo Grande, Florianópolis, Goiânia e Rio Branco.
A festa em Belo Horizonte começou de manhã, diante do Mineirão, arena que receberá os jogos. O recordista de embaixadinhas Ricardo Silva Neves, de 45 anos, conhecido como Ricardinho das Embaixadinhas, não deixou a bola cair entre as 11h30 e as 15h30, hora do anúncio oficial. Shows do cantor Vander Lee e da banda Pato Fu estavam na programação do palco montado na praça. “Somos naturalmente hospitaleiros, não teremos problema em receber bem”, disse Vander Lee. Aguardando a vez de se apresentar no camarim, a cantora Fernanda Takai, vocalista do Pato Fu, ouviu o anúncio e a comemoração: “Agora vai ser difícil entrar no palco mais animada que o povo! Essa escolha é um orgulho para BH”.
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quarta-feira, 1 de abril de 2009
Aécio Neves, governador de Minas Gerais, inaugura nova sede do 41º Batalhão da Polícia Militar
Leia mais: Agência Minas.
Aécio diz que candidato de Lula parte de patamar "muito grande", mas não garante eleição
da Folha Online O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), admitiu nesta quarta-feira que o candidato ao Planalto em 2010 que tiver o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva partirá de um patamar "muito grande" na disputa.
No entanto, segundo ele, isso não é suficiente para vencer a eleição. "Acho que o crescimento da ministra Dilma [Rousseff nas pesquisas] é algo absolutamente natural. Acredito até que crescerá até muito mais, dada, sobretudo, à exposição que ela vem tendo e um candidato com o apoio do presidente da República tem também um impulso muito grande.
Não acho que por si só isso garanta uma eleição, mas esse candidato partirá de um patamar muito grande." Aécio afirmou estar tranquilo, já que não trabalha uma candidatura como "obsessão". "Acho que Minas tem um papel a contribuir nesse processo sucessório, acho que alguns temas novos, como a própria Agenda do Milênio, devem estar introduzidas nas discussões que ocorrerão em torno da eleição presidencial. [...] Quero contribuir primeiro com ideias. A candidatura é o destino de uma estratégia."
O governador disse que existe hoje "firmemente" uma disposição pessoal sua de caminhar pelo país. "Quero fazer isso ao lado do companheiro José Serra, apresentando ideias. Não acho que o PSDB possa, desde já, por indicadores de pesquisas, achar que vence as eleições. Portanto, uma candidatura é consequência. O que é importante hoje é nós firmarmos as novas ideias que o PSDB quer empreender no Brasil a partir de 2010."
O tucano também comentou a queda na avaliação positiva do presidente Lula. "No tempo da bonança há um crescimento claro dos governantes. No tempo da dificuldade, da crise, o que ocorre é um decréscimo. Tenho dito sempre que o presidente da República será um importante cabo eleitoral, mas jamais sozinho decidirá uma eleição. Por isso eu acho que o PSDB, construindo um novo projeto para o Brasil, tem enorme chance de vencer as eleições."
Na íntegra aqui.
terça-feira, 31 de março de 2009
Inscrições abertas para o Minas Olímpica Jogos Escolares de Minas Gerais
A Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude de Minas Gerais (Seej) abriu nesta segunda-feira, dia 30, as inscrições para a participação dos municípios no Minas Olímpica Jogos Escolares de Minas Gerais (Jemg/2009). O processo de inscrição é feito pelo site www.jemg.mg.gov.br e se estenderá até 10 de abril de 2009. segunda-feira, 30 de março de 2009
Aécio Neves defende aliança entre partidos de oposição

BRASÍLIA - Em um encontro nesta segunda-feira entre governadores do Centro-Oeste para discutir alternativas para o desenvolvimento da região, coube a um governador do Sudeste, o de Minas Gerais, Aécio Neves, detalhar os pontos mais importantes da reunião.
Justificando sua presença na reunião com o fato de que municípios do noroeste mineiro têm os mesmos problemas de municípios da Região Centro-Oeste, o tucano Aécio Neves disse que o encontro em Brasília, que teve como anfitrião um governador do DEM, José Roberto Arruda, do Distrito Federal, fortalece os laços entre as legendas da oposição.
Aécio considerou a administração de Arruda semelhante à sua. - O que o Arruda vem fazendo no Distrito Federal repercute de forma positiva no Brasil. Temos a mesma visão de Estado, um Estado eficiente e para resultados - afirmou Aécio, que defende uma ampla aliança entre os partidos de oposição.
- Não tenho dúvida de que o DEM, o PSDB, o PPS e, no que depender de mim, outras forças políticas, possam estar juntos para iniciar uma nova fase no país, onde a gestão de qualidade seja compreendida como uma necessidade indiscutível para a diminuição das desigualdades sociais - acrescentou.
Leia na íntegra: JB On-Line ou PSDB



