segunda-feira, 26 de março de 2012
Prévias fortalece PSDB em São Paulo
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Tucanos dão início à escolha de seu candidato em 2010
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Estado de Minas – Eleições 2010 – Prévias tucanas ganham forma

sexta-feira, 17 de abril de 2009
Aécio Neves diz que vai escolher com José Serra data de prévias no PSDB
Aécio Neves, governador de Minas Gerais, afirmou ontem no Rio que vai procurar o colega de São Paulo, José Serra, para que juntos definam uma data para a prévia do PSDB que vai escolher o candidato do partido para as eleições presidenciais do próximo ano. domingo, 5 de abril de 2009
PRESSÃO SOBRE AÉCIO.

sábado, 4 de abril de 2009
Prévias são irreversíveis, afirma o governador

Quando questionado se um acordo poderia sair até nas vésperas das primárias, Aécio disse que sim. “Pode acontecer antes das prévias. Pode acontecer depois”, afirmou. Aécio disse que se encontra com Serra, após o feriado de Semana Santa, para discutir viagens conjuntas pelo país.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Aécio diz que PSDB precisa atualizar-se para merecer a Presidência

Por uma questão básica, fundamental: nós acreditamos que é importante novas práticas de gestão pública serem incorporadas ao Brasil de hoje", disse Aécio.
O governador admitiu que o PSDB, a exemplo dos demais partidos que têm projetos de poder, precisa atualizar-se: "O mundo mudou, as prioridades de hoje são diferentes das prioridades da fundação do PSDB, quando falávamos em debelar a inflação, que era o nosso grande desafio. Nós enfrentamos e vencemos esse desafio.
Agora o desafio novo é mais distribuição de renda, políticas alternativas para que aqueles que estão hoje reféns da política assistencial do governo possam inserir-se no mercado de trabalho, políticas de desenvolvimento regional setorizadas, efetivas, claras, que levem investimentos às regiões mais pobres do país".
Fonte: Redação Jornal O Tempo
terça-feira, 24 de março de 2009
TSE conclui julgamento de consulta sobre prévias partidárias
sexta-feira, 20 de março de 2009
Candidatura Natural
O que é uma candidatura natural? É a que caminha naturalmente, pelos meios mais democráticos e amplos. Obviamente não é a que se impõe por pesquisas muito anteriores ao momento em que os possíveis candidatos se dispõem a trabalhar pelos votos fora de seus fechados círculos de influência.
Candidato natural é o que opta, naturalmente, por não desistir, por não deixar de lutar por seus sonhos, mesmo que não receba o apoio inicial de todos ou que seja cedo demais...E isso vale para todos os "candidatos naturais" que possam vir a surgir ao longo desse processo pré-eleitoral.
Fonte:http://aecioblog.blogspot.com/2009/03/candidatura-natural.html
quarta-feira, 18 de março de 2009
Passou a hora do acordo. Prévias já!
Jornalista e Colunista do Jornal Hoje em Dia, Carlos Lindenberg.Dia 18 de março de 2009.
Email: ColunaCL@hojeemdia.com.br
ARTIGO:
O governador Aécio Neves deve conduzir com muita habilidade daqui por diante os entendimentos dentro do PSDB em busca das sonhadas prévias. Parece chover no molhado quando se fala assim, mas a verdade é que depois do encontro de Aécio e Serra, em Recife, segunda-feira, o governador mineiro não pode deixar que se fale em qualquer tipo de acordo, como disse ontem o deputado federal Eduardo Gomes ao sair de uma audiência com Aécio. Ora, que acordo conviria a Minas se não a disputa pela Presidência da República? Ou não é isso que o governador mineiro vem pregando há meses?
A essa altura, já com a tese das prévias praticamente assimilada pelas hostes serristas, até porque elas também lhes convêm, não há mais como falar em acordo, entendimento, consenso ou o que seja. O episódio de Recife deveria ser mais um dado para a análise dos tucanos mineiros. O lançamento do livro do ex-deputado Fernando Lyra - “Daquilo que eu sei”-, em que o ex-ministro de José Sarney fala dos bastidores da candidatura de Tancredo Neves à Presidência da República, tinha tudo para ser uma festa mineira, em território pernambucano. Serra, no entanto, fez de tudo para dividir o palanque com Aécio e acabou roubando a cena na mídia nacional, que dá mais espaço ao governador de São Paulo do que ao mineiro.
Donde se vê que Serra jamais abrirá qualquer espaço para entendimento com Aécio. É o jeitão Serra de fazer política, como pode testemunhar a senadora Roseana Sarney, cuja candidatura à Presidência da República em 2002 foi a pique depois uma ação ligada ao grupo do governador paulista. Ademais, não há porque se falar em acordo agora. As prévias estão em gestação. Não há razão para que elas não sejam realizadas, de forma que a única coisa a se fazer agora é concretizá-las e ponto final. Até porque, pensando bem, as prévias são boas até para ajudar José Serra a encontrar uma saída para Aécio, caso não seja ele o escolhido pelos tucanos para disputar a Presidência da República.
Senão, vejamos. Se disputar as prévias e perdê-las, o que Aécio poderá reclamar? Nada. Terá que enfiar a viola no saco e disputar o Senado, não tendo nem mesmo como deixar de apoiar o candidato vencedor, no caso, José Serra. Já se Aécio ganhar, ganhou, o que se haverá de fazer? Nada. Os paulistas terão que fechar com Aécio, a menos que esqueçam o horror que têm de Lula e do PT para apoiarem Dilma Rousseff. Ou há um outro cenário? Não, certamente não. A menos que Aécio se deixe enganar pelo apelo do consenso, da unidade partidária e outras coisas. O que não parece ser o estilo Aécio de fazer política. E com o que não concordará também o eleitor mineiro, que de alguma forma se empolgou com a possibilidade de o governador Aécio disputar a Presidência da República. Ah, mas Serra não quer as prévias, e fará de tudo para abortá-las. Mas, pergunta-se: por quê Serra teria medo das prévias, ele que tem o domínio do diretório nacional do PSDB, tem experiência suficiente para qualquer embate, tem a opulência de São Paulo para emoldurar sua candidatura? Por quê, afinal, Serra iria temer as prévias pedidas democraticamente por Aécio Neves?
Candidato à Presidência da República que tem medo de prévias de seu próprio partido, de duas uma: ou não tem o apoio partidário suficiente para ir às ruas ou tem medo das ruas. Não pode ser o caso de José Serra. Então, que se pare com essa coisa de que ele, Serra, não quer as prévias e desautorize-se os seus seguidores de continuarem torpedeando a ideia que é boa, deve-se repetir, tanto para Aécio quanto para Serra. Para Serra, porque elas serão um bom teste pré-eleitoral. Para Aécio porque, além disso, poderão funcionar para ele como uma saída honrosa - única hipótese, talvez, que fará com que os mineiros aceitem, ainda que com algum mal-estar, uma candidatura de Aécio ao Senado. Daí porque o encontro de Recife, pela forma como se deu e pela maneira como poderá ser explorado, deve recomendar ao governador Aécio Neves não apenas maior habilidade para tocar seu projeto adiante, mas também maior firmeza. Essa não é mais a hora de aceitar o entendimento, de topar algum tipo de acordo. O acordo é só um: as prévias, para o que der e vier.
sábado, 14 de março de 2009
No Blog da Lucia Hippolito:
Eleições 2010
Aécio e o prato feito
O governador Aécio Neves foi chamado para uma conversa com o ex-presidente Fernando Henrique, para ser apresentado a um fato consumado.
O PSDB de São Paulo e parte da cúpula do PSDB nacional estão querendo empurrar pela goela do governador mineiro abaixo a inevitabilidade da candidatura do governador José Serra à presidência da República.
E Aécio já declarou que não é assim que a boa política deve ser feita.
(Em política, os paulistas são meio rombudos mesmo. Pouco habilidosos. Isto em todos os partidos.)
Aécio Neves governa o segundo maior colégio eleitoral do país. É muito bem avaliado, tanto ele quanto seus dois governos em Minas. E tem um carisma danado.
Em Minas Gerais, é impressionante a muralha de apoio a Aécio Neves.
Isto não é razão suficiente para que seja ele o candidato. Apenas ele não pode ser atropelado.
A idéia das prévias no PSDB é excelente. Se ele vencer – não se esqueçam do exemplo Barack Obama – ótimo, sai candidato. Se não vencer, bom também. O partido terá passado por uma prova de democracia interna, e Aécio terá uma saída honrosa. Uma satisfação a dar ao povo de Minas.
O que Aécio não pode é, simplesmente, não disputar.
De outro lado, tudo o que o governador José Serra não precisa é ter Minas Gerais contra ele. É um eleitorado grande demais para Serra se dar ao luxo de dispensar.
Recusar-se a participar das prévias é péssimo para Serra, porque confirma a opinião que persegue o governador até hoje: a de que Serra só entra para ganhar. Uma espécie de menino mimado que é o dono da bola. Se ele não jogar, ninguém joga. E ele leva a bola para casa.
A argumentação de Fernando Henrique é a de que os governadores não podem viajar pelo Brasil pregando as prévias, porque “têm que trabalhar”.
Isto não se sustenta minimamente. É claro que os governadores podem trabalhar muito e podem, também, viajar no final de semana pelo país. Afinal, não estamos mais no tempo da República a vapor.
Essas viagens serviriam, inclusive, para levar a palavra do PSDB como forma de despertar a militância. De mostrar que o partido está vivo. Que tem projeto. Que tem bandeira. Ser um contraponto nacional à campanha que a ministra Dilma vem fazendo junto com o presidente Lula.
O que não se pode é apresentar ao governador de Minas Gerais um prato feito.
Quem garante que o governador José Serra é o candidato preferido dos brasileiros? Pesquisas realizadas com um número muito reduzido de entrevistados, e a mais de um ano das eleições, querem dizer muito pouco. É um risco confiar nelas.
Não se esqueçam de que, um ano antes das eleições de 1989, Leonel Brizola já estava encomendando o terno para a posse... E não chegou ao segundo turno.
Cinco meses antes das eleições de 1994, Fernando Henrique não tinha 10% das pesquisas, Lula estava praticamente eleito. E Fernando Henrique derrotou Lula e foi eleito no primeiro turno.
Eleição é salto triplo sem rede. É muito arriscado contar com resultados tanto tempo antes.
Se o candidato tucano sair do consenso do partido, tem alguma chance. Mas se for imposto na base da birra, o partido pode se preparar, porque vai perder de novo.
E será bem feito!
Ouça o comentário da Lucia Hippolito: http://oglobo.globo.com/pais/noblat/luciahippolito/post.asp?t=por-dentro-da-politica&cod_Post=168311&a=601
Para ouvir, clique no título abaixo: "Aécio busca saída etc etc"
sexta-feira, 13 de março de 2009
Fatos contra os desejos
No Blog do Luis Nassif:13/03/2009 - 11:13Enquanto o Globo transforma desejos em fatos, os fatos conspiram contra os desejos da sua direção - e o jornal ignora.
No Estadão de hoje, duas notícias sobre a sucessão:1. O PMDB de Minas Gerais aclamou Aécio Neves e quer que seja o candidato do partido a 2010.2. O DEM, através de Rodrigo Maia, ameaça desembarcar da canoa de Serra.
Clique Aqui http://www.google.com/notebook/public/03904464067865211657/BDROGDQoQ2sbN-v8j
Sem negar que já apoiou abertamente Serra, o presidente nacional do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ), recuou. “A realidade que eu tinha naquele momento era uma, a que eu tenho hoje é outra. O governador Aécio Neves é de fato candidato a presidente da República”, afirmou, negando ter simplesmente mudado de ideia. “Não é que eu mudei de ideia, quem mudou de ideia foi o Aécio.”
Alguma surpresa? Só para quem analisa o jogo político como torcedor.Assim como na economia, há uma defasagem entre os eventos políticos e as consequências. Assim como na economia, os movimentos de opinião pública são como ondas. Determinados candidatos sobem, atingem o seu pico, não tem consistência, seus fundamentos não são considerados sólidos, e entra-se na curva descendente. A arte da política - e do jornalismo - consiste em prever esses movimentos. Serra, que sempre teve muitas virtudes, sempre foi um amador para esse tipo de análise. E não existem partidos como melhor ˜feeling” para esses movimentos que o PMDB e, principalmente, o DEM.Os erros fatais
Serra começou a cavar o buraco em que se meteu muito antes, quando emergiu das eleições para governador. Esperava-se que surgisse o estadista - que durante os anos 90 era apenas uma promessa - com visão desenvolvimentista, amplo trânsito em círculos de centro-esquerda de diversos partidos, movimentos sociais.
O que se viu foi um político sem rumo, quase um dependente emocional sendo conduzido pela mão pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Não faltaram alertas que FHC não representava mais nada, que era como um chupim que se agarra ao tronco da árvore. Não adiantou. Seja pela dependência emocional, seja pelo fato de FHC ter-lhe legado o apoio da mídia - especialmente da Editora Abril e O Globo (a Folha foi uma conquista pessoal de Serra e os Frias lhe serão eternamente gratos, como são até hoje ao ex-presidente Sarney) - o governador mudou. Tornou-se o alter ego de FHC.
Indecisões crônicas
À medida que não tinha mais o álibi de não ter vôo próprio - afinal, agora era o governador do maior estado brasileiro - tornaram-se mais explícitas duas características negativas.
A primeira, a da indecisão, do receio de entrar em divididas, de expor suas idéias e desagradar novos e antigos aliados. O intelectual corajoso, na política não passa de um formulador inibido. Não teve coragem de criticar o modelo econômico quando as coisas pareciam estar a favor do mercadismo. Era o momento de ter-se firmado corajosamente, para colher os frutos quando a crise chegasse. Amarelou, ficou com receio de tirar o discurso de seus aliados - Lucia Hipólito, Jabor, Mirian, Veja. Os bravos passam anos atacando qualquer ação próativa do Estado e, agora, o seu campeão resolve dizer o que pensa, que a ação de Estado não pode ser vista com esse dogmatismo superficial?
A segunda, da truculência. Enquanto Serra tentava passar a imagem do político equilibrado, pronto a colaborar com outros poderes, a tropa de choque de Serra expunha-se de maneira totalmente imprudente, jogando o governador no centro da maior roubada política dos últimos dez anos: a conspiração contra a Operação Satiagraha, conduzida pelo inspetor Roberto “Clouseau” Civita e seu exército de trapalhões.
Com isso, holofotes em cheio sobre Marcelo Itagyba, trazendo de volta as informações sobre suas ligações com Serra na época do Lunus e na montagem da operação - uma armação da Polícia Federal com a TV Globo de Ali Kamel.
Quem são os atores convocados para as tramas da Veja? Itagyba, Jungman, Jarbas, todos homens de Serra. Quem ataca os adversários de Serra com as baixarias mais expressivas da história da grande imprensa brasileira? Mauro Chaves, homem de confiança de Serra (um episódio baixo apenas). Reinaldo Azevedo, de confiança de Serra.
Intelectuais, pensadores, progressistas que poderiam estar junto com Serra só se manifestam quando provocados pelos jornais. Antes Serra tinha um exército pequeno e apaixonado por suas ideias. Sobrou o que? Um bando de iludidos que constatou que as tais idéias eram apenas para consumo interno e para tertúlias com as macarronadas de Gianotti.
Os conflitos
Some-se a isso o fato de não ter conseguido administrar conflitos básicos e fundamentais, como a greve da Polícia Civil e da USP. Além de ter confirmado as lendas que o cercavam, de permanentemente pedir cabeça de jornalistas.
Reforçou a marca política da truculência e não conseguiu definir uma marca como gestor. Pergunte a qualquer pessoa - do motorista de táxi ao intelectual - qual a marca do governo Serra e ninguém saberá.
Havia o Serra que defendia os recursos públicos com unhas e dentes. Foi substituído pelo Serra que despeja publicidade da Sabesp em rede nacional e inunda horários nobres, como os do Jornal Nacional, com propagandas de trens. Ou o Serra que celebra inúmeros contratos com a Editora Abril, em troca de apoio.
Próximos passos
O jogo está apenas começando. Quem tem intuição para perceber os rumos do vento já percebeu que, nos próximos meses, Serra desce aceleradamente; Aécio sobe. E agora? Um novo caso Lunus?
Se o movimento tornar-se muito forte, a mídia poderá embarcar na candidatura Aécio. O ponto central da grande mídia será apoiar um candidato que iniba, através de leis e regulamentos, a entrada de novos competidores em um mercado cartelizado. Quem é o homem de Aécio no PMDB? O homem da mídia: Hélio Costa.
Não se surpreenda se Aécio tornar-se a grande esperança branca da mídia e do DEM.
Será a disputa do desenvolvimentismo e da gestão.
http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/03/13/fatos-contra-os-desejos/#more-29382
quinta-feira, 12 de março de 2009
Prévias: por que não?



