Mostrando postagens com marcador Lucia Hippolito. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Lucia Hippolito. Mostrar todas as postagens

sábado, 16 de maio de 2009

Aécio Neves saúda o povo e pede passagem

Homenageado em almoço na Associação Comercial do Rio de Janeiro nesta sexta-feira, o governador Aécio Neves mostrou que está pronto e afiadinho para o voo mais alto de sua carreira: a candidatura à presidência da República.

Mineiro dos mais cariocas que existem, Aécio gosta da cidade e de seu povo. E é retribuído. É daqueles políticos que vai ao Sambódromo no carnaval (dos mais duros testes de popularidade no Rio) e é aplaudido.

Depois de dois mandatos à frente do governo de Minas Gerais, ambos com índices estratosféricos de popularidade, o governador mostrou-se um político maduro, com projetos e visão de futuro para o país.

As propostas de Aécio, explicitadas no discurso de hoje, jogam a discussão política para um patamar qualitativamente superior ao mantido até então.

Supera a conversa "Lula ou anti-Lula" ou mesmo "pós-Lula". Supera também o debate rasteiro do "eu roubei, mas você roubou mais" ou ainda o "toma-lá-dá-cá" de cargos, emendas parlamentares, farra de passagens e cartões corporativos.
Leia na íntegra no Blog da Lucia Hippolito

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Aécio Neves defende descentralização de recursos para desenvolvimento entre as regiões brasileiras

Governador proferiu palestra na Associação Comercial do Rio de Janeiro Evento reuniu personalidades da política nacional, do Judiciário e da iniciativa privada.
O governador Aécio Neves defendeu nesta sexta-feira (15/05), em palestra na Associação Comercial do Rio de Janeiro, o restabelecimento dos princípios federativos no Brasil. Aécio Neves acredita que a descentralização dos recursos traria oportunidades iguais para todas as regiões do país.

“Precisamos de um projeto que permita, de forma descentralizada, que cada região possa transformar suas vocações e competências em efetiva riqueza, distribuída de forma equânime, democrática e, portanto, socialmente justa e pacífica.

Trata-se da recuperação dos princípios que moveram a República e o Federalismo no Brasil, e que praticamente morreram sob a égide da concentração de poder e da irremediável subordinação dos entes federados”, destacou, ao discursar durante o “Almoço do Empresário”, promovida pela Associação Comercial, que reuniu autoridades da política nacional, do Judiciário e da iniciativa privada.

O governador lembrou que o Brasil vive hoje a mais grave concentração de impostos, recursos e poder de decisão na esfera da União de sua história, e que isso tem prejudicado o desenvolvimento dos estados e municípios.
“Quase 70% de tudo que se arrecada no país estão sob a guarda direta do governo central. Como, então, ser o país das oportunidades, se elas florescem distantes de Brasília, mas é lá que permanecem os recursos?”, completou.
Aécio Neves foi recebido pelo presidente da Associação Comercial, Olavo Monteiro de Carvalho, e estava acompanhado do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho, e do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes.
Blog da Lúcia Hippolito:

quinta-feira, 23 de abril de 2009

A República passa por Minas - Lúcia Hippolito


"Diz o governador Aécio Neves: 'É hora de reunirmos a nação inteira, para a tarefa de promover as mudanças corajosas que a realidade exige. Essa tarefa ainda se encontra inconclusa.
A depressão econômica, da qual somos vítimas agora, irá nos exigir sacrifícios ainda maiores nos próximos meses. O Brasil é um dos países mais preparados para vencê-la, graças aos esforços de seu povo e de diferentes governos. No entanto, ainda nos resta responder aos deveres que nos impõe a realidade.'

É discurso de candidato!

Independente do que venha a acontecer, o governador Aécio Neves teve um mérito extraordinário: ele fez a República passar novamente por Minas Gerais. A República sempre passou por Minas Gerais, ou seja, Minas sempre foi ouvida nos destinos da República. De repente, uma sucessão de governos medíocres, quando não corruptos, fez com que Minas ficasse à parte da tomada de decisões nacionais. Aécio trouxe de volta Minas Gerais para a República. Isso é um feito muito importante.

E o povo mineiro criou uma muralha de apoio em torno de Aécio.É como se Minas fosse devedora de Aécio. É como se o Brasil fosse devedor de Aécio. É como se através de Aécio se pudesse realizar o sonho não realizado com o Dr. Tancredo - que aliás hoje faz 24 anos de morte.

O governador Aécio Neves vem dizendo que Minas não pode ser desconsiderada. Ele precisa dar uma satisfação ao povo mineiro. Então, se forem realizadas prévias democráticas e ele perder democraticamente as prévias, ele consegue levar Minas Gerais a apoiar José Serra, caso ele seja o vencedor das prévias.
Ele tem que dar uma satisfação ao povo de Minas. O apelo ao povo de Minas é muito importante e ele, sabendo disso, fechou o povo atrás dele. Esse dever de casa - de desenvolver Minas Gerais, fazer a República passar por Minas e fechar o Estado atrás dele - ele já fez. Agora, vamos ver. A sorte vai correr."

sábado, 14 de março de 2009

No Blog da Lucia Hippolito:

"Aécio e o prato feito" - A comentarista de política da Rádio CBN destaca a importância da realização das prévias para revigorar o partido e destaca que o Governador de Minas Gerais Aécio Neves não pode ser atropelado na disputa pela candidatura à presidência da República pelo PSDB. Esse, na verdade é o sentimento de todos nós militantes tucanos. Queremos uma definição da candidatura que leve em conta a base partidária.


Eleições 2010
Aécio e o prato feito

O governador Aécio Neves foi chamado para uma conversa com o ex-presidente Fernando Henrique, para ser apresentado a um fato consumado.

O PSDB de São Paulo e parte da cúpula do PSDB nacional estão querendo empurrar pela goela do governador mineiro abaixo a inevitabilidade da candidatura do governador José Serra à presidência da República.

E Aécio já declarou que não é assim que a boa política deve ser feita.

(Em política, os paulistas são meio rombudos mesmo. Pouco habilidosos. Isto em todos os partidos.)

Aécio Neves governa o segundo maior colégio eleitoral do país. É muito bem avaliado, tanto ele quanto seus dois governos em Minas. E tem um carisma danado.

Em Minas Gerais, é impressionante a muralha de apoio a Aécio Neves.

Isto não é razão suficiente para que seja ele o candidato. Apenas ele não pode ser atropelado.

A idéia das prévias no PSDB é excelente. Se ele vencer – não se esqueçam do exemplo Barack Obama – ótimo, sai candidato. Se não vencer, bom também. O partido terá passado por uma prova de democracia interna, e Aécio terá uma saída honrosa. Uma satisfação a dar ao povo de Minas.

O que Aécio não pode é, simplesmente, não disputar.

De outro lado, tudo o que o governador José Serra não precisa é ter Minas Gerais contra ele. É um eleitorado grande demais para Serra se dar ao luxo de dispensar.

Recusar-se a participar das prévias é péssimo para Serra, porque confirma a opinião que persegue o governador até hoje: a de que Serra só entra para ganhar. Uma espécie de menino mimado que é o dono da bola. Se ele não jogar, ninguém joga. E ele leva a bola para casa.

A argumentação de Fernando Henrique é a de que os governadores não podem viajar pelo Brasil pregando as prévias, porque “têm que trabalhar”.

Isto não se sustenta minimamente. É claro que os governadores podem trabalhar muito e podem, também, viajar no final de semana pelo país. Afinal, não estamos mais no tempo da República a vapor.

Essas viagens serviriam, inclusive, para levar a palavra do PSDB como forma de despertar a militância. De mostrar que o partido está vivo. Que tem projeto. Que tem bandeira. Ser um contraponto nacional à campanha que a ministra Dilma vem fazendo junto com o presidente Lula.

O que não se pode é apresentar ao governador de Minas Gerais um prato feito.

Quem garante que o governador José Serra é o candidato preferido dos brasileiros? Pesquisas realizadas com um número muito reduzido de entrevistados, e a mais de um ano das eleições, querem dizer muito pouco. É um risco confiar nelas.

Não se esqueçam de que, um ano antes das eleições de 1989, Leonel Brizola já estava encomendando o terno para a posse... E não chegou ao segundo turno.

Cinco meses antes das eleições de 1994, Fernando Henrique não tinha 10% das pesquisas, Lula estava praticamente eleito. E Fernando Henrique derrotou Lula e foi eleito no primeiro turno.

Eleição é salto triplo sem rede. É muito arriscado contar com resultados tanto tempo antes.

Se o candidato tucano sair do consenso do partido, tem alguma chance. Mas se for imposto na base da birra, o partido pode se preparar, porque vai perder de novo.

E será bem feito!

Ouça o comentário da Lucia Hippolito: http://oglobo.globo.com/pais/noblat/luciahippolito/post.asp?t=por-dentro-da-politica&cod_Post=168311&a=601

Para ouvir, clique no título abaixo: "Aécio busca saída etc etc"