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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Editorial O Globo: A privatização não diferencia mais o PT do PSDB “neoliberal” – processo iniciado com tucanos traz mais eficiência ao Estado


Gestão Eficiente do PSDB
Fonte: O Globo Editorial

Preconceito que começa a ser superado

Ao longo do século XX, o Estado se agigantou enormemente até mesmo nas economias mais liberais do planeta. A Grande Depressão dos anos 30 contribuiu para isso nos países mais desenvolvidos, e o planejamento suplementar passou a ser admitido como necessário nas economias capitalistas avançadas. Nos Estados Unidos, o presidente Franklin Roosevelt criou um modelo de intervenção, o Tennessee Valley Authority, que até hoje existe, com o controle de hidrelétricas e barragens para regularizar o curso do rio, de modo a estimular o cultivo de terras e a instalação de indústrias na região.
Nações com processo de desenvolvimento retardatário acabaram também recorrendo ao Estado para concentrar poupanças escassas e redirecioná-las para investimentos em infraestrutura e insumos básicos. No Brasil, companhias estatais se tornaram importantes produtoras de bens ou prestadoras de serviços. Esse modelo se esgotou nas últimas décadas do século passado.
O Estado virou um gigante deficitário a ponto de atravancar o crescimento econômico. Ao mesmo tempo, os mercados se sofisticaram e se tornaram capazes de mobilizar grandes fluxos de capitais em direção a investimentos que contribuíram para aumento de eficiência dos sistemas econômicos.
Privatizar foi então o antídoto para a crise crônica em que o Estado se envolveu generalizadamente. A Grã-Bretanha, no governo conservador de Margaret Thatcher, a Dama de Ferro, abriu o caminho, e foi seguida por outros países então governados por partidos de diferentes tendências. O Brasil, também mergulhado em crises crônicas, aderiu à privatização ao perceber que, sem equacionamento do desequilíbrio financeiro do Estado, não seria possível encontrar uma saída.
A privatização não diferencia mais o PT do PSDB “neoliberal”
Assim como na maioria das economias, o saldo da privatização no Brasil foi extremamente positivo. Monopólios foram quebrados, e até algumas das companhias estatais remanescentes ganharam eficiência. No entanto, embora os programas de privatização tivessem cunho pragmático, o embate ideológico subsistiu como pano das disputas políticas.
Nas três últimas eleições presidenciais essa questão foi apresentada como um “divisor de águas” por parte dos candidatos do PT (Lula e Dilma). Em seus dois mandados, o presidente Lula prosseguiu com o modelo de concessões, embora sempre procurando dar uma conotação diferente ao seu programa. Agora a presidente Dilma promoveu, com sucesso, uma licitação para a concessão de três grandes aeroportos. Dos governos do PSDB para os do PT houve mudanças, adaptações e aperfeiçoamentos, mas a essência continua a mesma: a privatização como forma de dar mais a eficiências a setores combalidos.
Tal qual nos primeiros leilões, o BNDES reapareceu como agente financiador dos futuros compromissos de investimento. E fundos de pensão de funcionários de companhias estatais tiveram participação ativa. Deixou de ser política neoliberal. Está mesmo na hora de se superar esse preconceito, porque oportunidades não faltam de se explorar este modelo na infraestrutura. Ganha o país com a privatização sendo política de Estado e não de governos

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

PSDB de Minas realiza convenção para eleger nova comissão executiva

O PSDB de Minas Gerais realiza, no dia 7 de dezembro, convenção para eleger um novo Diretório Estadual. Apenas uma chapa, de consenso, encabeçada pelo deputado federal Narcio Rodrigues, foi registrada para concorrer ao pleito









O PSDB de Minas Gerais realiza, no dia 7 de dezembro, convenção para eleger um novo Diretório Estadual. Apenas uma chapa, de consenso, foi registrada nesta terça-feira, dia 17, para concorrer ao pleito. Ela é encabeçada pelo deputado federal Narcio Rodrigues, que deve voltar ao comando do partido, agora pela terceira vez. A eleição acontece das 9 às 19 horas, na sede do Partido, em Belo Horizonte, à Rua Alvarenga Peixoto, 974 - 2º andar.


Paralelamente às eleições para o diretório estadual, também são escolhidas novas diretorias para os Secretariados do PSDB Mulher e da Juventude.


O Diretório Estadual é composto por 104 membros efetivos e 35 suplentes. Também serão eleitos os 60 delegados - e igual número de suplentes - à Convenção Nacional e, ainda, os cinco integrantes (e suplentes) do Conselho Estadual de Ética e Disciplina.


Têm direito a voto os cerca de 800 delegados municipais eleitos em outubro último; membros do diretório estadual e nacional do PSDB; parlamentares tucanos com domicílio eleitoral em Minas Gerais, além do governador Aécio Neves. Após a eleição, o novo diretório estadual escolhe a sua comissão executiva - de sete integrantes, mais cinco vogais e suplentes -, que passa a comandar o partido dos tucanos mineiros nos próximos dois anos.Junto com a eleição do diretório estadual também aconteO deputado federal Narcio Rodrigues já presidiu o PSDB de Minas por duas vezes consecutivas, nos biênios 2003/2005 e no de 2005/2007, quando foi substituído pelo então deputado federal licenciado Custódio Mattos. Em fevereiro deste ano, Custódio renunciou ao cargo após assumir a Prefeitura de Juiz de Fora. Tomou posse, então, o 1ª vice-presidente, deputado federal Paulo Abi-Ackel.


Narcio Rodrigues e Paulo Abi-Ackel se reuniram nesta terça-feira, no Palácio das Mangabeiras, com o governador Aécio Neves.


Os números do PSDB em Minas Gerais

- São 158 prefeitos, 141 vices e 1.060 vereadores

- Maior bancada na Assembleia Legislativa, com 16 parlamentares

- Na Câmara, são 6 deputados federais

- Um senador (Eduardo Azeredo)

- O governador Aécio Neves e o vice Antonio Anastasia são tucanos

- Possui 143.556 filiados no estado (dados abril/09 - TSE)

- Está presente em 835 dos 853 municípios, sendo 385 comissões provisórias e 450 diretórios municipais


Fonte: Assessoria de Imprensa do PSDB/MG

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Tucanos dão início à escolha de seu candidato em 2010


Processo amplo e democrático definirá nome à presidência da República


Em reunião da Executiva Nacional realizada nesta terça-feira, o presidente Sérgio Guerra comunicou que a partir de quarta feira, dia 12, estaria disponível no site do partido o espaço para a inscrição de filiados interessados em participar das prévias para a escolha do candidato à Presidência da República. "Participe das Prévias Nacionais" é o convite do partido que está em um banner na parte superior do site.



Leia mais na integra: Agência Tucana


segunda-feira, 4 de maio de 2009

Representantes do PSDB pedem indiciamento de oito pessoas na CPI dos Grampos


Representantes do PSDB na CPI dos Grampos pediram na última quinta-feira o indiciamento de oito pessoas durante a apresentação do voto em separado ao relatório final do deputado Nelson Pellegrino (PT-BA).


Entre os citados, estão o ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Paulo Lacerda, e o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Jorge Felix.


Os dois são acusados de improbidade administrativa. O documento é assinado pelo deputado Raul Jungman (PPS-PE) e pelos tucanos Gustavo Fruet (PR)João Campos (GO)Vanderlei Macris (SP), William Woo (SP) e Paulo Abi- Ackel, de Minas Gerais.


Leia mais: Portal PSDB



sexta-feira, 24 de abril de 2009

CPI dos Grampos: representantes do PSDB devem apresentar voto em separado

Representantes do PSDB na CPI dos Grampos devem apresentar na próxima terça-feira voto em separado ao relatório final do deputado Nelson Pellegrino (PT-BA), lido ontem na comissão. No documento, os tucanos deverão pedir o indiciamento do banqueiro Daniel Dantas pela suposta participação na contratação pela Brasil Telecom da empresa americana Kroll com o objetivo de espionar ilegalmente a Telecom Itália. "Também estamos estudando a possibilidade de pedir o indiciamento do delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz e do ex-delegado do órgão Paulo Lacerda", informou o deputado tucano Gustavo Fruet (PR).
Matéria Publicada: Portal PSDB

quinta-feira, 2 de abril de 2009

No 1º de abril, PSDB lança 'Mentirômetro do Lula'







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Tucanos tomaram emprestado o nariz de Pinóquio para servir de ponteiro do termômetro que mede a mentira.
BRASÍLIA - No embalo do folclore que estabeleceu o 1º de abril como "Dia Internacional da Mentira", o PSDB lançou nesta quarta-feira, 1º, o "Mentirômetro do Lula".
Os tucanos tomaram emprestado o nariz do personagem Pinóquio para servir de ponteiro do termômetro que "mede a gravidade da mentira", no painel inaugurado pelo líder do partido na Câmara, José Aníbal (SP), com direito à presença do presidente nacional da legenda, senador Sérgio Guerra (PE), e discursos que imprimiram tom de deboche às críticas ao governo e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Para marcar a solenidade, foram selecionadas 18 frases célebres pronunciadas pelo presidente desde 2003 e os deputados foram convidados a enquadrá-las em oito categorias que vão de "mentirinha" até "mentiras do século", passando por "marolinha" e "mentira de bar".
O líder Aníbal inaugurou o painel com a frase presidencial que classificou como "mentira deslavada", pronunciada no dia 10 de março, em Brasília: "Não descarto o crescimento de 4% do PIB em 2009".

sábado, 14 de março de 2009

No Blog da Lucia Hippolito:

"Aécio e o prato feito" - A comentarista de política da Rádio CBN destaca a importância da realização das prévias para revigorar o partido e destaca que o Governador de Minas Gerais Aécio Neves não pode ser atropelado na disputa pela candidatura à presidência da República pelo PSDB. Esse, na verdade é o sentimento de todos nós militantes tucanos. Queremos uma definição da candidatura que leve em conta a base partidária.


Eleições 2010
Aécio e o prato feito

O governador Aécio Neves foi chamado para uma conversa com o ex-presidente Fernando Henrique, para ser apresentado a um fato consumado.

O PSDB de São Paulo e parte da cúpula do PSDB nacional estão querendo empurrar pela goela do governador mineiro abaixo a inevitabilidade da candidatura do governador José Serra à presidência da República.

E Aécio já declarou que não é assim que a boa política deve ser feita.

(Em política, os paulistas são meio rombudos mesmo. Pouco habilidosos. Isto em todos os partidos.)

Aécio Neves governa o segundo maior colégio eleitoral do país. É muito bem avaliado, tanto ele quanto seus dois governos em Minas. E tem um carisma danado.

Em Minas Gerais, é impressionante a muralha de apoio a Aécio Neves.

Isto não é razão suficiente para que seja ele o candidato. Apenas ele não pode ser atropelado.

A idéia das prévias no PSDB é excelente. Se ele vencer – não se esqueçam do exemplo Barack Obama – ótimo, sai candidato. Se não vencer, bom também. O partido terá passado por uma prova de democracia interna, e Aécio terá uma saída honrosa. Uma satisfação a dar ao povo de Minas.

O que Aécio não pode é, simplesmente, não disputar.

De outro lado, tudo o que o governador José Serra não precisa é ter Minas Gerais contra ele. É um eleitorado grande demais para Serra se dar ao luxo de dispensar.

Recusar-se a participar das prévias é péssimo para Serra, porque confirma a opinião que persegue o governador até hoje: a de que Serra só entra para ganhar. Uma espécie de menino mimado que é o dono da bola. Se ele não jogar, ninguém joga. E ele leva a bola para casa.

A argumentação de Fernando Henrique é a de que os governadores não podem viajar pelo Brasil pregando as prévias, porque “têm que trabalhar”.

Isto não se sustenta minimamente. É claro que os governadores podem trabalhar muito e podem, também, viajar no final de semana pelo país. Afinal, não estamos mais no tempo da República a vapor.

Essas viagens serviriam, inclusive, para levar a palavra do PSDB como forma de despertar a militância. De mostrar que o partido está vivo. Que tem projeto. Que tem bandeira. Ser um contraponto nacional à campanha que a ministra Dilma vem fazendo junto com o presidente Lula.

O que não se pode é apresentar ao governador de Minas Gerais um prato feito.

Quem garante que o governador José Serra é o candidato preferido dos brasileiros? Pesquisas realizadas com um número muito reduzido de entrevistados, e a mais de um ano das eleições, querem dizer muito pouco. É um risco confiar nelas.

Não se esqueçam de que, um ano antes das eleições de 1989, Leonel Brizola já estava encomendando o terno para a posse... E não chegou ao segundo turno.

Cinco meses antes das eleições de 1994, Fernando Henrique não tinha 10% das pesquisas, Lula estava praticamente eleito. E Fernando Henrique derrotou Lula e foi eleito no primeiro turno.

Eleição é salto triplo sem rede. É muito arriscado contar com resultados tanto tempo antes.

Se o candidato tucano sair do consenso do partido, tem alguma chance. Mas se for imposto na base da birra, o partido pode se preparar, porque vai perder de novo.

E será bem feito!

Ouça o comentário da Lucia Hippolito: http://oglobo.globo.com/pais/noblat/luciahippolito/post.asp?t=por-dentro-da-politica&cod_Post=168311&a=601

Para ouvir, clique no título abaixo: "Aécio busca saída etc etc"