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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Escândalos no Ministério do Esporte revelam que Governo Dilma vacila ao enfrentar ‘chaga da corrupção’ – por ano são R$ 85 bilhões, revela Veja

Gestão fraudulenta, suspeitas de corrupção e mal uso do dinheiro público

Fonte: Instituto Teotônio Vilela

Ainda debaixo do tapete
Enfrentar a chaga da corrupção é a principal tarefa que deveria mover o governo federal. Mas até agora não se viu da presidente Dilma Rousseff mais do que movimentos para tirar o assunto do noticiário

A semana passada terminou com Orlando Silva sendo mantido no cargo pela presidente da República. Esta começa com mais uma saraivada de denúncias de irregularidades no Ministério do Esporte e nos programas comandados pelo PCdoB. O que mais Dilma Rousseff ainda espera para demiti-lo?

Não é ouvindo Lula que ela definirá o melhor caminho a seguir. Mas é justamente isso o que Dilma fez, em evento no Amazonas. Foi Lula quem mais incentivou Silva a resistir às denúncias e a brigar para manter-se no cargo, vestindo a “casca dura” que o ex-presidente sugere a quem quer permanecer na vida pública.

Dilma dobrou-se às investidas de Lula. Argumentou que, por estarmos num “estado de direito”, é preciso partir da “presunção da inocência” dos acusados. Mas como é possível argumentar inocência quando se toma conhecimento do “esporteduto” – como apelidou O Estado de S.Paulo - que os comunistas instalaram na pasta de Silva?

O esquema foi montado sob medida para acomodar o mais antigo aliado do PT, já que o PCdoB é o único partido que, desde a eleição de 1989, atua como linha auxiliar do lulismo. Funciona assim: o partido tem no ministério o controle das verbas federais; em governos estaduais e municipais, também comanda as áreas de esporte; seus filiados montam entidades que recebem os recursos públicos, mas não executam as ações prometidas; o dinheiro do contribuinte alimenta o caixa das campanhas eleitorais, tanto de comunistas como do PT.

“A ocupação do nicho esportivo pelo PCdoB teve início no governo de Marta Suplicy na Prefeitura de São Paulo. (…) A partir de 2003, quando o partido recebeu o Ministério do Esporte, replicou a experiência em outros locais. A cúpula da legenda chegou a estimar mais de 200 secretarias sob seu controle em prefeituras e governos estaduais”, relembra o jornal.

A cada dia surgem novos casos de irregularidades, que nada mais são do que filhotes do esquema montado de cabo a rabo no Esporte. Tem pastor que foi instado a pagar propina de 10% para receber as verbas, como mostrou a Folha de S.Paulo no sábado. Tem dinheiro de cheques usados para desviar dinheiro para empresas fantasmas do programa Pintando a Cidadania, como informa o Estadão. É um festival de mutretas.

O resultado disso tudo é um desvio monumental de dinheiro do contribuinte para alimentar as engrenagens da corrupção. Segundo a revista Veja, são R$ 85 bilhões todos os anos. Na última década, a Controladoria-Geral da União fez auditorias em 15 mil contratos da União com estados, municípios e ONG, e encontrou irregularidades em 80% deles.

O Globo mostrou em sua edição de domingo que quase nada do que é desviado volta para os cofres públicos. De cada R$ 100 que escorreram pelos ralos da corrupção desde 2003, a União conseguiu reaver somente R$ 2,34. “Um desempenho medíocre, fruto da morosidade dos tribunais e da omissão dos ministérios na análise das prestações de contas de entidades, prefeituras e estados conveniados”.

Um dado positivo é que a mais nova onda de irregularidades envolvendo o mau uso de dinheiro público pelo governo do PT deve levar à apreciação, pelo Congresso, de uma nova lei de combate à lavagem de dinheiro. Conforme o Valor Econômico, o projeto, que tramita desde 2003, pode vir a ser votado amanhã na Câmara.

Mais de 80 entidades estão envolvidas na aprovação do texto, tendo à frente a Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e Lavagem de Dinheiro (Enccla) e a Frente Parlamentar de Combate à Corrupção. “Em suma, o documento amplia o rol de empresas que deverão informar aos órgãos de fiscalização e reguladores um cadastro e informações periódicas sobre seus clientes, bem como qualquer movimentação financeira suspeita ou superior a R$ 100 mil em espécie”, sintetiza o jornal.

Enfrentar a chaga da corrupção é a principal tarefa que deveria mover o governo federal. Mas até agora não se viu da presidente Dilma Rousseff mais do que movimentos para tirar o assunto do noticiário. O menor dos problemas é afastar ministros envolvidos em falcatruas, como já aconteceu quatro vezes desde maio. O principal deveria ser limpar a sujeira que eles vêm fazendo. Por ora, ela continua todinha lá, escondida embaixo do tapete.

Link do artigo: http://www.itv.org.br/web/noticia.aspx?c=3686

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Ações da Copasa passa a fazer parte do do Índice de Governança Corporativa Trade da Bovespa

As ações da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa)- BM&F Bovespa: CSMG3 - passam a fazer parte do novo indicador da BM&FBovespa - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros, o Índice de Governança Corporativa Trade (IGCT).

“É um grande orgulho para a Copasa fazer parte de um indicador que exalta a governança corporativa. A Companhia busca permanentemente estar alinhada com a transparência e a criação de valor”, afirma a diretora Financeira e de Relações com Investidores da Copasa, Paula Vasques Bittencourt.

Com o objetivo de analisar o desempenho dos papéis emitidos por empresas que voluntariamente adotam padrões de governança corporativa diferenciados, o IGCT terá reavaliações quadrimestrais e vai considerar critérios como a negociabilidade das ações e a participação em pregão igual ou superior a 95% no período. O indicador se difere do índice já vigente, o Índice de Governança Corporativa (IGC), pois considera também a liquidez dos papéis.

A empresa

As principais atividades da Copasa compreendem o planejamento, a elaboração e execução de projetos, a ampliação e a exploração de serviços de saneamento. Adicionalmente, a Companhia conduz atividades de cooperação técnica em diversos municípios mineiros, inclusive naqueles em que não possui concessões.

A Copasa concentra sua atuação no Estado de Minas Gerais, o terceiro estado economicamente mais produtivo do país. As ações da Copasa são negociadas desde fevereiro de 2006 no Novo Mercado, segmento máximo de governança corporativa da BM&F Bovespa - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros, sob o código CSMG3.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Destinos turísticos mineiros têm mês de julho movimentado


Levantamento realizado pela Secretaria de Estado de Turismo (Setur) em alguns dos principais destinos indutores mineiros, municípios que são trabalhados dentro da política pública do setor para se tornarem padrão de qualidade para o turista nacional e internacional, apontou grande movimentação de turistas nas férias de julho. A taxa de ocupação nos estabelecimentos de hospedagem alcançou a média de 70% na primeira quinzena do mês, com picos de 100% nos finais de semana. A tendência é aumentar ainda mais até o final do mês, com lotação de hotéis e pousadas de diversas cidades em todo o Estado.

A superintendente de Fomento e Desenvolvimento do Turismo da Setur, Jussara Rocha, avalia que o bom desempenho pode ser explicado por uma série de fatores, além das férias escolares. “Mantemos uma política bem definida de promoção e divulgação de Minas para os mercados nacional e internacional, o que certamente contribuiu para aumentar o interesse do turista de conhecer os atrativos oferecidos no Estado. Também incentivamos a formatação de novos roteiros e a inserção dos mesmos nas grandes operadoras de turismo do país, num processo de diversificação da oferta turística mineira.”

Para a superintendente, a crise econômica e o risco de contaminação pelo H1N1 são outros fatores que diminuíram o interesse pelas viagens internacionais, refletindo no aumento do fluxo do turismo interno.



Leia mais na integra: Agência Minas