Mostrando postagens com marcador Estado de São Paulo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Estado de São Paulo. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Região Metropolitana de BH mantém a menor taxa de desemprego do país


Entre as seis principais regiões metropolitanas do Brasil, a de Belo Horizonte (RMBH) manteve, no mês de março, a menor taxa de desemprego ao registrar um índice de 10,2%.

Em Porto Alegre a taxa foi de 11,7%, em São Paulo 14,9%, no Distrito Federal foi a 17,2%, em Salvador atingiu 20,1% e no Recife, 20,3%.

No comparativo com março de 2008, a RMBH registrou a maior redução na taxa de desemprego (10,5%) e está 4,9 pontos percentuais abaixo da média nacional.

Os dados são da Pesquisa de Emprego e Desemprego na Região Metropolitana de Belo Horizonte, divulgados nesta quarta-feira, dia 29, na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social de Minas Gerais (Sedese).

O estudo é realizado pela Fundação João Pinheiro (FJP), Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Sedese e Fundação Seade.

Leia mais em:


Matéria publicada: Agência Minas

domingo, 12 de abril de 2009

MANIA DE GRANDEZA


Megalomaníaco é aquele tem fixação por coisas grandes, grandiosas, ou seja como o nome diz mania mórbida ou doentia de grandeza.Há muito se ouve dizer, que o brasileiro é um megalômano e não é sem razão, quem iniciou a fase "gigante pela própria natureza", como diz o hino foi Pero Vaz Caminha com sua famosa carta ao rei de Portugal contando as maravilhas da terra então descoberta, "onde plantando-se tudo dá".Certo é que Caminha exagerou um pouco.

Como mais que comprovado, não é bem assim, mas a coisa pegou, estando a megalomania arraigada em nossa cultura, que volta-e-meia explode em exageros.Prova disso sobra.Quando o governo descobre o inviável pré-sal noticia que o Brasil vai exigir sua inclusão na OPEP, pois afinal teria os maiores lençóis de petróleo do mundo.


Interessante, que quando é contestado faz a maior cara de pau e finge que não é com ele.Quando vai anunciar a construção de casas populares, não se contenta como o Estado de São Paulo com sessenta mil, que é um número respeitável. Já fala logo em um milhão, número que o próprio presidente sabe irreal. Mas, barco pra frente.Falou em carga tributária é com a gente. Juros nem se fala. Chegamos ao cúmulo de bravatear que o Bolsa Família atende vergonhosos dez milhões de brasileiros.


Que temos a maior cobertura florestal dos trópicos - a floresta amazônica - e por conseqüência um dos maiores índices de devastação de cobertura verde do globo.A megalomania tupiniquim é contagiosa. Quando uma certa entidade patrocina pesquisa para avaliar o nível de popularidade do presidente alardeia aos quatro ventos que ela é de impossíveis e improváveis oitenta e dois por cento. Logo após faz uma outra dizendo, que devido à crise (qual crise, a da verdade?) ela caiu para incômodos setenta e oito por cento, mas que o presidente agora consegue transferir seu prestígio para o candidato(!).por ele indicado à presidência.


É bom mesmo. Para quem é "o cara" (não sei o que se quis dizer com isso) aos olhos do presidente americano, ter um desempenho eleitoral tão sofrível como o das ultimas eleições não pega bem. Sujeito tão "o cara" ser tão ruim de voto, contradiz o que se pensa dele.


Mas numa coisa somos bambas e ninguém tasca. Segundo a "Transparência Internacional" o país é um dos mais corruptos do mundo ocupando a septuagésima terceira posição. Quanto mais alta a classificação mais elevada a corrupção. Nesse item o governo Lula é o "cara". Será que Obama sabe disso?Num item nós nunca fomos os maiores: discriminação racial.


Assim é que a tolerância racial está prevista na Constituição e o crime de racismo previsto no Código Penal.Mas não parece. As várias declarações do presidente Lula de cunho racista contra os brancos de olhos azuis, em tese configuram um atentado à Constituição e uma burla ao Código Penal e incitam outros fazerem o mesmo na certeza da impunidade.


A intolerância racial não cabe na formação cultural do brasileiro e deste despautério não fazemos questão alguma de sermos nem os "caras", nem o máximo. Justiça nele!


Ricardo Batista
Empresário