terça-feira, 15 de julho de 2014

Aécio lança site oficial de sua Campanha


A Coligação Muda Brasil lançou nesta terça-feira (15/7) o site oficial da candidatura do senador Aécio Neves à Presidência da República. “Bem-vindo à Mudança” é o tema do site e a primeira saudação que o internauta encontrará assim que entrar no endereço www.aecioneves.com.br, onde poderá ficar sabendo dos detalhes do plano de governo que o senador está discutindo com a sociedade e acompanhar a agenda da campanha pelo país.

Poderá ainda acessar notícias de interesse do Brasil e conhecer a biografia de Aécio e do candidato a vice na Coligação, senador Aloysio Nunes Ferreira, com destaque para a trajetória política de ambos.

Nas Diretrizes Gerais do Plano de Governo, o site lista oito áreas que englobam diversos temas cruciais para o país: Saúde, Educação, Segurança Pública, Economia, Sustentabilidade, Estado Eficiente, Relações Exteriores/ Defesa Nacional e Cidadania. Para cada uma dessas áreas, o internauta poderá conhecer a proposta completa da Coligação Muda Brasil e ainda enviar suas ideias por escrito.

Totalmente interativo, o site conclama o eleitor a participar de outras formas, por exemplo enviando foto ou vídeo com o que deseja para transformar o país. E incentiva o uso da hashtag #QueroMeuBrasil nas redes sociais. 

Ao clicar no botão “Faça Parte da Caminhada”, o internauta pode dar check-in no mapa e aparecer ao lado de Aécio e de tantos outros brasileiros que querem um Brasil melhor. Por meio de um blog dentro do site, será possível acompanhar o que acontece nas viagens, eventos, encontros e debates.

Na segunda-feira (14/7), o senador Aécio Neves lançou também o Twitter oficial da campanha da Coligação Muda Brasil, no endereço @AecioNeves que já conta com 45 mil seguidores.
Portal PSDB 

terça-feira, 8 de julho de 2014

Aécio Neves: “Vamos construir uma agenda que permita ao Brasil voltar a crescer e resgatar a credibilidade”

O candidato da Coligação Muda Brasil, senador Aécio Neves, concedeu entrevista coletiva nesta segunda-feira (07), após reunião com os coordenadores de campanha em São Paulo.  Aécio respondeu a perguntas sobre as eleições 2014, Fernando Henrique Cardoso, Copa do Mundo e Neymar.

A seguir, trechos da entrevista.

Sobre reunião em São Paulo.

É uma primeira reunião de organização efetiva da campanha, definindo funções, coordenações. A campanha nacional funcionará aqui, nessa casa,e funcionará  também a coordenação regional, de São Paulo, para que haja também uma proximidade grande entre ambas as campanhas, para que elas possam caminhar juntas.

Tenho uma alegria de ter pessoas tão experientes, tão qualificadas e honradas a nos ajudar nessa tarefa. Foi uma primeira reunião administrativo, definimos um pouco o start das nossas ações, que começaram exatamente por São Paulo, definindo a questão de agenda, definindo as coordenadorias setoriais, e hoje ainda o senador Agripino poderá definir alguma dessas coordenadorias, os coordenadores regionais, em cada estado teremos coordenador político, coordenador operacional da campanha. Não será do PSDB, será do conjunto da coligação.

A presença do senador Agripino, coordenador geral, é uma sinalização de que nós, partidos aliados, somos a partir de agora um só conjunto de forças. Cada partido terá um representante na coordenadoria gera da campanha, no comitê gestor da campanha, para que possamos estar também próximos dos candidatos desses partidos em cada um dos estados.
Candidatos a deputados, candidatos a governadores. 

A nossa largada é muito adequada, seja do ponto de vista estrutural, pelos palanques que foram viabilizados em apoio à nossa candidatura, seja pela questão, para mim mais relevante, programática, de conteúdo, das propostas que estamos apresentando a partir das nossas diretrizes, que serão detalhadas e discutidas com a sociedade ao longo da campanha.

Agora é campanha. Da nossa parte, será uma campanha propositiva. Vamos debater ideias, um novo modelo de gestão, uma nova visão de mundo, uma nova concepção em relação à questão econômica. 

Vamos construir uma agenda que permita ao Brasil voltar a crescer, controlar a inflação, resgatando a credibilidade para que os investimentos voltem a vir para o Brasil, e aumentando a qualidade dos nossos investimentos na área social. É um enorme desafio que temos pela frente, mas não poderia estar iniciando essa caminhada em melhor companhia.

Sobre propostas para setores específicos.

Não há uma definição específica em relação a atrair esse ou aquele setor. Temos que ter propostas claras para cada um desses setores. Na saúde, que envolve médicos, seja nas conversas ou parcerias com manifestações religiosas, com as religiões, não apenas as evangélicas, mas todas elas. Até porque o Estado é laico e assim deve permanecer sendo.

Agora, vamos ampliar a nossa interlocução com toda a sociedade. As diretrizes do nosso programa de governo apresentam sinalização clara na busca dessa interlocução com os jovens, interlocução com os idosos, interlocução como trabalhador rural, com o produtor rural, com aqueles que vivem nas cidades, as agruras do transporte de péssima qualidade, insegurança, saúde dramática.

Não vamos escolher um setor. Vamos apresentar uma proposta que, de alguma forma, interprete o sentimento da sociedade brasileira em todas as suas estratificações, que são múltiplas. Por isso, pretendo fazer uma campanha itinerante. Será uma campanha de pé no chão, bota no pé, andando pelo país. Pelo Brasil urbano, mas pelo Brasil rural. Pelas grandes e pelas pequenas comunidades.

Sobre participação do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso na campanha.

Nisso me considero um privilegiado. Ter a companhia, o espírito público de um estadista como o presidente Fernando Henrique, que veio aqui em um gesto muito simbólico, para mim até de surpresa, prestar a sua solidariedade, dizer do seu empenho nessa caminhada é um privilégio que, esse, realmente, só eu que tenho.

Ele vai estar sempre ao meu lado como conselheiro que é, com a experiência de um presidente que, por duas eleições consecutivas derrotou o PT em primeiro turno, fez a mais importante e estruturante reforma feita no nosso Brasil contemporâneo, que foi a reforma monetária, com a criação do Plano Real. Então, para mim, é um privilégio ter o aconselhamento de alguém que não quer mais nada da vida pública se não o bem do Brasil.

A campanha se intensifica após a Copa?

Concordo que, após a Copa do Mundo, as pessoas vão estar mais conectadas com a eleição. A eleição entra na agenda de boa parte da população brasileira que ainda está alheia a ela hoje. Mas o nosso trabalho já começou, e não é de hoje, já começou há muito tempo. Começou com as discussões das nossas propostas, inicialmente com a discussão da candidatura quando assumi a Presidência do partido.

Para nós isso já começou há muito tempo. Mas concordo que na semana seguinte ao final da Copa do Mundo é que vamos ter, efetivamente, as pessoas acompanhando mais as propostas dos candidatos. E é isso que queremos.

O que quero é que as pessoas votem, quero que as pessoas façam de acordo com aquilo que o TSE divulgou e propôs ao Brasil. Vamos à urna. Quanto mais pessoas forem às urnas, mais certo estou de que a nossa chance de vitória se amplia e aumenta.

Repito: não vamos ter uma agenda concentrada em uma região, concentrada em um determinado setor da sociedade. A nossa agenda será uma agenda itinerante pelos vários Brasis que compõem a nossa nacionalidade, só que com desafios múltiplos, diferentes.

Quero poder, no início de agosto, andar pelo Nordeste lançando o grande e audacioso projeto de desenvolvimento do Nordeste, com um choque de infraestrutura na região, com a qualificação dos programas sociais, com mais investimentos e, ao mesmo tempo, quero estar discutindo a questão da mobilidade urbana nos grandes centros, discutindo os grandes gargalos que impedem aqueles que produzem no Centro-Oeste e no Sul do Brasil de terem mais competitividade e avançarem em novos mercados. Quero discutir política externa.

Estou absolutamente pronto para o debate em qualquer campo e com qualquer um dos concorrentes à eleição presidencial. Desejo a todos eles, sem exceção, sorte nessa caminhada.

A democracia brasileira amadureceu muito e o que os brasileiros esperam de nós é uma campanha altiva, uma campanha propositiva e uma campanha que respeite os cidadãos.

Sobre a presidente Dilma entregar a taça na final da Copa do Mundo.

Acho algo natural. Apenas fiz um comentário, e continuo achando, que as pessoas não vão se iludir em relação a um resultado, seja positivo ou negativo. Não acho que nenhum deles influencia no resultado eleitoral. São coisas absolutamente distintas. É o que disse ontem e repito hoje.

Se alguém achar que vencer é bom ou que o Brasil perder é bom para os seus objetivos eleitorais se frustrará. Copa é uma coisa, vamos torcer muito para que o Brasil chegue lá. Os brasileiros merecem essa vitória. Acho que o Neymar, acima de tudo, merece essa homenagem, mas todos os brasileiros merecem.

Vamos torcer para que o Brasil vença a Copa do Mundo e para que em cinco de outubro o Brasil vença de novo, permitindo um novo governo e um ciclo de desenvolvimento muito mais vigoroso que nós temos tendo e com o resgate da ética e decência.

Portal PSDB

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Aécio Neves: “O Brasil merece uma campanha à altura dos desafios que temos pela frente”

O candidato da coligação Muda Brasil à Presidência da República, Aécio Neves, cumpriu agenda em São Paulo, neste domingo (6/07), onde visitou o 17º Festival do Japão, um dos maiores eventos de cultura japonesa do mundo. 

Aécio estava acompanhado do candidato a vice-presidente da chapa, Aloysio Nunes, do governador do estado e candidato à reeleição, Geraldo Alckmin, e do candidato a senador por São Paulo José Serra.

Em entrevista coletiva, o candidato à Presidência mostrou-se animado com a recepção popular e avaliou que começou sua caminhada com o pé direito. Aécio ressaltou ainda que a campanha do PSDB será norteada por valores como a ética, dignidade e honradez.

“O Brasil, que vem amadurecendo a sua democracia ao longo desses últimos anos, merece uma campanha à altura dos desafios que nós temos pela frente. Estou pronto para o debate, sobre qualquer tema, em qualquer campo, com quem quer que seja. Desde que seja um debate que atenda as expectativas e aos interesses da população brasileira”, disse.


Alto nível
Aécio Neves externou seu desejo de manter a campanha presidencial em alto nível, de forma decente e propositiva.

“A nossa melhor companhia durante essa campanha é a verdade. A verdade e a coragem para fazer o que precisa ser feito”, destacou. “Campanha é uma oportunidade de debatermos propostas, apresentarmos as nossas ideias para que a população brasileira possa fazer, no momento certo, a melhor escolha. Vamos fazer uma campanha olhando para o futuro, não para o passado. Vamos fazer uma campanha em alto astral, não com ataques pessoais e vis a quem quer que seja”, afirmou Aécio.

Brasil na Copa
O candidato à presidência da República comentou a atuação brasileira no jogo contra a Colômbia, na última sexta (4), pela Copa do Mundo. Ele se solidarizou com o jogador Neymar, fora do torneio em decorrência de uma lesão em uma das vértebras.

“Agora é raça. O coração na ponta da chuteira. Todos nós lamentando profundamente a perda do Neymar, e a não punição do atleta que fez aquela entrada quase que criminosa no principal atleta brasileiro. Mas o Brasil é capaz de se superar. Agora, cada jogo é um grande desafio, uma pedreira que cada um de nós teremos pela frente, mas a torcida vai fazer a diferença. Acho que o Brasil vai vencer a Copa do Mundo, e vai vencer em cinco de outubro, iniciando um novo ciclo de desenvolvimento e de decência na vida brasileira”, disse Aécio.

Cultura japonesa
Aécio Neves também parabenizou a organização do 17º Festival do Japão, que reuniu cerca de 190 mil pessoas durante três dias no Centro de Exposições Imigrantes, na Zona Sul de São Paulo, e ressaltou a importância de manifestações culturais e da contribuição japonesa para o desenvolvimento do país.

“São Paulo já é conhecida como a maior cidade japonesa fora do Japão. A cultura japonesa está enraizada na nossa. São seis gerações de japoneses e descendentes, que vem ajudando o Brasil a ser o que é hoje, seja no agronegócio, na indústria e nos seus valores”, salientou.

Acompanhado por membros da Federação das Associações de Provìncias do Japão no Brasil (KENREN), Aécio caminhou pelos estandes do festival, cumprimentou a população, provou da culinária nipônica e participou de uma tradicional Cerimônia do Chá O tucano também foi presenteado com um quimono Happi, traje típico japonês, e um boneco Daruma. De acordo com a tradição, deve-se pintar um olho do boneco e fazer um pedido. Após atendido, pinta-se o outro.

Portal PSDB

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Apresentação do registro das candidaturas de Aécio e Aloysio será no sábado

A apresentação dos pedidos de registro das candidaturas dos senadores Aécio Neves à Presidência da República e Aloysio Nunes Ferreira à Vice-Presidência, ambos pelo PSDB, será feita neste sábado (5) ao meio-dia, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília, pelos advogados. Também será entregue o documento de demonstrativo de regularização dos atos partidários.

Portal PSDB

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Aécio Relembra Conquistas do Real e destaca Riscos para a Estabilidade

O presidente nacional do PSDB e candidato do partido à Presidência da República, senador Aécio Neves, afirmou nesta terça-feira (1º) que o Plano Real foi a “mais importante reforma estruturante” da história recente do Brasil. Aécio lembrou os 20 anos do Plano Real no plenário do Senado e a implantação da moeda em 1º de julho de 1994, quando as cédulas começaram a circular no país.

O tucano lamentou que as questões que pareciam resolvidas após a implementação do plano, como o controle da inflação e a recuperação da credibilidade do país, tenham voltado à pauta em decorrência dos equívocos cometidos pelo governo federal.


O presidente do PSDB destacou que o Plano Real foi o resultado de uma construção vivida no Brasil desde a redemocratização do país, na década de 1980. “Não tenho o costume de achar que quem está no outro campo político é inimigo”, afirmou Aécio.

O tucano elogiou a participação dos ex-presidentes Itamar Franco e José Sarney no esforço para a estabilização política e econômica do país, consolidadas com o Plano Real conduzido pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Na ocasião da implantação da nova moeda, FHC era ministro da Fazenda de Itamar Franco.

Momento Atual

Ao discursar no plenário, Aécio reiterou sua preocupação com o momento atual. “Uma agenda que julgávamos ultrapassada, da estabilidade e da credibilidade, volta a ser a agenda do nosso cotidiano”, disse ele referindo-se às ameaças às conquistas obtidas a partir da implantação do Plano Real.

Para o senador, uma das maiores falhas cometidas pelas gestões petistas foi a ausência de reformas estruturantes. “Faltou coragem política para se implantar reformas necessárias para que o Brasil não sofresse o constrangimento, e a população, as consequências, de ser o país que menos cresce na região”, afirmou Aécio.

O tucano lamentou ainda o fato de que, nos dias atuais, a inflação do Brasil esteja próxima do teto da meta e citou também a “maquiagem fiscal” existente nas contas públicas.

Para Aécio, o PSDB e os outros partidos que apoiam o projeto nacional tucano estão dispostos a manter a luta pela estabilidade econômica brasileira. “Posso assegurar que no nosso grupo não faltará coragem e competência para colocar o Brasil no rumo que querem os brasileiros”, apontou.

PSDB MG

terça-feira, 1 de julho de 2014

Aniversário de 20 anos do Plano Real


O Plano Real completa duas décadas nesta terça-feira (1º). A moeda que simbolizou o projeto idealizado por Fernando Henrique Cardoso, no governo Itamar Franco, e que acabou com a hiperinflação no país entrou em circulação em 1994.

Desde então, o país vive um cenário de estabilidade econômica – bem diferente do que se registrava antes, quando a desvalorização da moeda corroía a renda dos brasileiros e planos e mais planos se sucediam para tentar conter a inflação, sem cumprir seu objetivo.

“Nenhuma outra reforma econômica na nossa história recente foi mais transformadora do Brasil que o Plano Real”, afirmou o candidato do PSDB à Presidência da República, senador Aécio Neves.

Sessão
Na sessão solene promovida em fevereiro no Congresso, que celebrou os 20 anos da medida provisória que criou a Unidade Real de Valor (URV) e estabeleceu os caminhos para a implantação do real, Aécio descreveu o panorama da economia brasileira nos anos que antecederam a então nova moeda.

“Em abril de 1990, a inflação acumulada em 12 meses era de 6.821%, recorde até hoje absoluto em nossa história. Foram mais de 10 anos de inflação acima do patamar de 100%”, lembrou o senador.

Em seguida, Aécio ressaltou que: “A média da década alcançou inacreditáveis 694%. Naquele tempo, o grave desarranjo econômico agravava ainda mais a crônica pobreza existente; tornava mais aguda e destrutiva a desigualdade, solapando qualquer perspectiva de crescimento e uma mais justa distribuição das riquezas nacionais. Além do caos econômico, uma gravíssima crise política tomava o seu curso”.

Inovação
O senador destacou que a inovação que marcou os trabalhos preparatórios para o Plano Real. “A estratégia incluiu um programa de austeridade fiscal, o Plano de Ação Imediata, e a criação do Fundo Social de Emergência, com corte significativo de gastos públicos, além do combate à evasão de impostos e um maior rigor na rolagem das dívidas dos estados”, disse.

Aécio afirmou ainda que a originalidade marcou o Plano Real: “O novo plano foi, assim, concebido de maneira original, evitando erros cometidos nas inúmeras tentativas anteriores. Não houve congelamento de preços, não houve ‘pacotaços’ nem surpresas”.

Portal PSDB

sexta-feira, 27 de junho de 2014

PT usa máquina para identificar apoiadores de Aécio

Os jornais Extra e O Globo trouxeram mais uma grave denúncia que comprova o uso da máquina pública em favor dos interesses eleitorais do PT.

Depois de a justiça identificar o uso de servidores da prefeitura petista de Guarulhos e de computadores da Eletrobrás na disseminação de calúnias contra o presidente do PSDB, Aécio Neves, na internet, surge agora comprovação de que funcionários do Planalto, pagos com recursos do contribuinte, ao invés de servir ao governo e ao país, são utilizados para servir ao PT monitorando atividades políticas de adversários do partido.


A nova “lista” buscada pelo Planalto provavelmente serviria para perseguição ou tentativa de aliciamento, duas práticas condenáveis no regime democrático e que revelam a incapacidade do PT de conviver e respeitar as diferenças naturais numa sociedade democrática.

A reportagem demonstra que o assessor Cássio Parrode Pires, que trabalha na Presidência da República, tentou identificar o nome dos prefeitos do PMDB que participaram de evento de apoio à candidatura de Aécio Neves no Rio de Janeiro. 

O servidor trabalha no Núcleo de Gestão da Informação, da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, que deveria reunir dados sobre os estados e municípios para ajudar o ministro e a presidente no processo de tomada de decisão em temas relacionados à Federação.

Portal PSDB

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Aécio Neves defende Direitos Trabalhistas

O presidente nacional e candidato do PSDB à Presidência da República, senador Aécio Neves, defendeu neste sábado (21) a consolidação dos direitos trabalhistas e uma política em defesa de melhores condições de vida para os aposentados brasileiros.

O senador esteve em São Paulo para participar da convenção do Partido Solidariedade, que oficializou o apoio aos tucanos na eleição presidencial e na disputa pelo governo do Estado.

“Quero iniciar com os companheiros do Solidariedade uma travessia que resgate a dignidade dos aposentados brasileiros, dando a eles melhores condições de vida e mais esperança no futuro. Além disso, a consolidação dos direitos trabalhistas. Vamos  reconciliar o Brasil com a decência e com a honestidade que abandonaram o governo federal”, afirmou Aécio Neves.

A convenção do Solidariedade reuniu cerca de 4,5 mil militantes e delegados na Casa Portugal, na Liberdade, região central de São Paulo. O evento contou com as presenças do presidente nacional do partido, deputado federal Paulinho da Força, do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, do ex-governador José Serra, do senador Aloysio Nunes, entre outras lideranças.


Ao discursar, Aécio fez questão de ressaltar que o partido, sob a liderança de Paulinho, nasceu para ser oposição, longe das benesses do governo do PT, e foi o primeiro a declarar apoio ao projeto nacional do PSDB.

“Hoje é um dia extremamente marcante na história da política brasileira. O Solidariedade foi o único partido criado recentemente no Brasil sem as benesses do governo. Nasce na oposição porque compreendeu que, ao invés de ficar ao lado do governo e seus favores, preferiu ficar ao lado dos trabalhadores brasileiros e de suas causas e demandas. O partido carrega consigo aquilo que é essencial para um partido crescer e continuar sua trajetória: coerência, coragem e firmeza de princípios”, destacou Aécio Neves.

Diante de muitos trabalhadores ligados à Força Sindical, Aécio defendeu o resgate da indústria nacional, setor que vive uma das piores crises da história. “Quero convidar o Solidariedade para governamos juntos o Brasil e iniciarmos uma nova agenda, para que possamos tirar o Brasil da estagnação e permitir o crescimento sustentável desse país e acabar com o processo de desindustrialização que desemprega brasileiros de todas as classes, em especial no estado de São Paulo, para retomarmos também a capacidade da nossa indústria em seus mais variados setores”, ressaltou o candidato do PSDB.

Paulinho
Em seu discurso, o presidente nacional do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força, agradeceu o apoio de Aécio no processo de criação da legenda.

“Somos um partido que nasceu na oposição porque nenhuma de nossas causas foram atendidas pelo governo. Não conseguimos, por exemplo, uma política salarial para os aposentados”, disse Paulinho.

Salário mínimo
O presidente do Solidariedade também destacou a parceria com o PSDB na apresentação do projeto de lei que prevê ganho real do salário mínimo para os trabalhadores.

“Enfrentamos um governo que trouxe de volta a maldita inflação, que corrói o salário dos trabalhadores e trouxe de volta o desemprego, através da desindustrialização. Precisamos de mudança, mudança para valer, para garantir os bons empregos no Brasil. E para mudar o Brasil só tem uma pessoa, Aécio Neves”, ressaltou Paulinho.

Portal PSDB

sexta-feira, 20 de junho de 2014

CNI/Ibope confirma Aécio no segundo turno e desaprovação de Dilma chega a 50%

A nova pesquisa da CNI/Ibope, divulgada nesta quinta-feira (19), confirma a presença do candidato do PSDB à Presidência, senador Aécio Neves, no segundo turno da disputa eleitoral. Na simulação do primeiro turno, o tucano aparece na segunda colocação com 21% das intenções de votos.

No segundo turno, Aécio avançou seis pontos percentuais em relação a pesquisa do Ibope divulgada em maio. Na simulação divulgada nesta quinta, o tucano reduziu a vantagem da presidente Dilma de 19 para 13 pontos. Ele aparece com 30% das intenções de votos.

Já a reprovação dos brasileiros à maneira como a presidente Dilma Rousseff governa o país chegou a 50%. Isso reflete não só a queda no índice de aprovação à administração da petista, assim como na confiança do eleitor em relação à presidente da República.

Dilma foi reprovada pela maioria dos brasileiros em todas as nove áreas avaliadas, inclusive no combate a fome e a pobreza. Nada menos do que 63% dos ouvidos pela pesquisa, ou seja, dois terços do total, classificam seu governo como regular, ruim ou péssimo.

A pesquisa do Ibope foi custeada pela CNI e entrevistou 2.002 pessoas entre os dias 13 e 15 de junho de 2014. Está registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo BR-00171/2014.

Portal PSDB

quarta-feira, 18 de junho de 2014

A vida e a história do senador Aécio Neves


Nascido em 10 de março de 1960, em Belo Horizonte (MG), e economista pela PUC Minas, Aécio Neves da Cunha é filho de Inês Maria e do ex-deputado federal Aécio Ferreira da Cunha, neto do ex-presidente da República Tancredo Neves e do deputado federal Tristão da Cunha.

Eleito senador da República por Minas Gerais em 2010, foi governador do Estado de Minas Gerais por dois mandatos (2003 a 2010) e deputado federal por 16 anos, tendo presidido a Câmara dos Deputados. Aécio Neves foi eleito presidente nacional do PSDB em de maio de 2013.

Aécio Neves começou na vida pública em 1982, incentivado pelo avô Tancredo Neves, eleito governador de Minas Gerais no mesmo ano. Em 1984, ao lado de Tancredo, teve atuação ativa no Movimento das Diretas Já, que marcou a transição entre a ditadura militar e a retomada da democracia no país após 20 anos de autoritarismo.

Aécio foi eleito deputado federal por quatro mandatos consecutivos (1987-2002), foi líder do PSDB na Câmara de 1997 a 2000 e presidente da Câmara dos Deputados em 2001 e 2002. Sob a presidência de Aécio Neves, a Câmara dos Deputados aprovou mudanças históricas, que deram maior transparência e agilidade ao Legislativo, aproximando a sociedade do Parlamento brasileiro.

Destacaram-se a criação da Comissão de Legislação Participativa, que permitiu a maior participação da população na Câmara, e da Ouvidoria Parlamentar. A Câmara passou a realizar compras por meio do pregão eletrônico e foi aprovado o chamado “Pacote Ético”, que possibilitou a adoção de medidas que visavam moralizar a atividade parlamentar, como: a criação do Conselho de Ética, a implantação do Código de Ética e Decoro Parlamentar e o fim da imunidade parlamentar para crimes comuns.

Em 2002, Aécio foi eleito, em primeiro turno, governador de Minas Gerais, com 5.282.043 votos – o equivalente a 58% dos votos válidos – a maior votação da história do estado até então.

Em 2006, reelegeu-se, também em primeiro turno, com 7.482.809 votos, 77,03% dos votos válidos, novamente um recorde. No Palácio da Liberdade, o governador Aécio Neves implantou o programa Choque de Gestão, que tem como principal proposta reduzir o tamanho do Estado para investir mais no cidadão e que virou referência para a administração pública no Brasil.

A iniciativa também é reconhecida em âmbito internacional. Conseguiu equilibrar as finanças estaduais, priorizou ações de infraestrutura em centenas de municípios mineiros e criou condições para o desenvolvimento das regiões mais pobres do estado.

Em 2011, assumiu uma cadeira no Senado Federal, após ser eleito no ano anterior com 7.565.377 votos.  Em abril do mesmo ano, fez seu primeiro discurso em plenário – “Caminhos da Oposição” – e definiu os pilares básicos da atuação oposicionista: coragem, responsabilidade e ética.

É autor de propostas que fortalecem estados e municípios, como a que proíbe que o governo federal promova desonerações com recursos que não lhe pertencem, a que impede que o governo contingencie recursos da segurança pública destinados aos estados e a que zera o PIS/Cofins das empresas de saneamento.

Também propôs novas regras para o Código Mineral, ainda sem aprovação pelo governo. Aécio é autor de dois projetos de lei que preveem avanços e melhorias ao programa Bolsa Família. Em 18 de maio de 2013, Aécio foi eleito presidente do PSDB – o maior partido de oposição do país – com 97,3% dos votos.

Aécio Neves é pai de três filhos Gabriela, Julia e Bernardo, e é casado com Letícia Weber.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

“Despedida”, por Aécio Neves na sua última coluna na Folha

Em respeito aos critérios anteriormente fixados pela Folha em função do período eleitoral, escrevo hoje a minha última coluna, em uma manhã de sábado em São Paulo. E me despeço manifestando, mais uma vez, o meu respeito pela atividade política.

Sei que corro o risco de ser mal interpretado, em um país em que, lamentavelmente, sobram motivos para o descrédito da ação política, mas a cada dia me convenço mais do acerto da decisão que tomei há 30 anos, quando entrei na vida pública.

Poucas escolhas na vida nos permitem reunir ao mesmo tempo as razões do coração e da razão. Dizem que as pessoas que conseguem encontrar o dever e o prazer no mesmo lugar têm uma chance especial de encontrar a felicidade. E, apesar de todas as dificuldades, poder imprimir à vida um sentido no qual se acredita não deixa de ser uma oportunidade a ser celebrada. 

Nunca tive dúvidas sobre a escolha que fiz, nem nas horas de dificuldades. Nunca as tive nos momentos de frustração quando fui confrontado com a impossibilidade de realizar tudo o que gostaria, nem nos momentos em que sou atacado de forma covarde por calúnias e difamações.

Vejo nisso apenas mais razões para continuar a minha caminhada e colaborar para a construção de um tempo em que a política tenha mais a ver com a verdade e com a realidade, e menos com a manipulação e com a hipocrisia. Acredito na política como instrumento de transformação da sociedade. Onde falta política sobra autoritarismo.

Fiz desta coluna um testemunho de meu compromisso com a política voltada ao bem comum e do meu compromisso com os brasileiros. Busquei refletir sobre o Brasil, consciente de que escrever para um jornal como a Folha é sonhar em voz alta.

É falar para o Brasil. Nunca me omiti diante das grandes questões. Me expus ao crivo da opinião pública e saio fortalecido da experiência. E ainda mais convencido de que a arena pública deve estar sempre permeável ao debate.

Olho para o Brasil e vejo um país banhado por uma energia positiva que parece adormecida, mas que é essencialmente nossa. Alegria, esperança e confiança são um patrimônio coletivo da nossa nação. Não podemos perdê-lo.

“A nação renasce porque está renascendo nos olhos dos moços”, escreveu meu avô Tancredo no discurso preparado para o dia de sua posse na Presidência e que o destino não permitiu que ele lesse. Ele falava daquela energia única, do “calor sagrado que torna as pátrias imperecíveis”. Esta é a energia que me move.

Encerro a minha coluna surpreso com a velocidade com que o tempo tem passado. Foram três anos. Meu agradecimento à Folha pelo convite. A você, meu agradecimento pela companhia, meu abraço e desejo de que o tempo seja generoso com cada um dos nossos sonhos.

*Aécio Neves é senador (PSDB-MG), presidente nacional do PSDB e candidato do partido à disputa pela Presidência da República 
**Coluna publicada na Folha de S. Paulo – 16-06-2014

quarta-feira, 11 de junho de 2014

PSDB quer Garantir aos Brasileiros ampla Liberdade de Expressão nos Estádios


O PSDB recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir que nenhum torcedor seja barrado na porta do estádio em jogos da Copa do Mundo por levar cartazes, faixas ou mesmo vestir roupas que exprimam opiniões políticas. Pelo regulamento atual, quem quiser torcer usando uma camiseta que peça “Educação Padrão FIFA”, por exemplo, pode ser obrigado a voltar para casa.

Para garantir o cumprimento do inciso IV do artigo 5º. da Constituição Federal, que assegura ser “livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato”, e o parágrafo 2º. do mesmo artigo constitucional, que veda “toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística”, o PSDB protocolou na segunda-feira (09/06) à noite uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) no STF.

O partido questiona a constitucionalidade do parágrafo 1º. do artigo 28 da Lei 12.663/2012, mais conhecida como “Lei Geral da Copa”, que cerceia a livre manifestação de pensamento. Para o PSDB, essa lei tem como objetivo principal proibir ações criminosas, como a de natureza discriminatória, racista ou xenófoba, e não de natureza ideológica dentro dos estádios da Copa do Mundo do Brasil.

“Na Lei Geral da Copa foi aprovado um artigo que ofende expressamente a Constituição Brasileira, que garante a liberdade de manifestação ampla, geral e irrestrita, exceto em um único caso: o anonimato. Ou seja, a Constituição diz que todo brasileiro tem direito à liberdade de expressão e de manifestação, exceto sob o anominato. O que de cara já veta os black blocs”, explica o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), coordenador jurídico do partido.

Por isso, o PSDB está questionando o dispositivo que limita as manifestações nos estádios nacionais  somente “em defesa da dignidade da pessoa”,  ou seja,  impondo  limites à liberdade de expressão.

Essa interpretação do PSDB é reforçada pelo “Código de Conduta no Estádio para a Copa do Mundo da Fifa Brasil 2014”, que amplia as hipóteses de limitação ao direito de livre expressão ao estabelecer entre os “itens proibidos” nos estádios nacionais o acesso de cidadãos que estejam, por exemplo, usando roupas com “tema ideológico” ou, ainda, que prejudique a “reputação do evento”.

“O PSDB está garantindo que os brasileiros tenham assegurado sua ampla liberdade de expressão, exceto sob anonimato”, acrescentou Sampaio.

O deputado tucano, aliás, foi o autor do Projeto de Lei, elogiado pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que aumenta a pena para manifestantes mascarados que participem de depredações ou atos de vandalismo.

O PSDB defende os direitos de quem deseja se expressar pacificamente. E este direito está assegurando na Constituição Brasileira.

Portal PSDB

segunda-feira, 9 de junho de 2014

“Os milagres de todos os dias”, por Aécio Neves

Na noite de sábado, fomos surpreendidos, Letícia e eu, com a chegada antecipada de Julia e Bernardo, meus filhos caçulas. Apreensões à parte, sempre irremediáveis no coração dos pais e das mães, é como se o tempo tivesse parado de repente à nossa volta, como que reverenciando aquele que é o mais importante milagre humano –a vida que floresce e se renova todos os dias.

Tomado pela emoção de ser pai novamente, faço uma pausa nos temas, preocupações e reflexões que venho tratando nesse espaço, para dividir com cada um de vocês um sentimento muito especial. Dizem que quanto mais íntima a alegria ou a dor, mais universal ela é. É o nosso sentimento mais pessoal que nos conecta com toda a humanidade.

Como já havia acontecido comigo antes, com a minha filha Gabriela, os gêmeos trouxeram consigo o poder mágico e indescritível de fazer emergir o que há de mais essencial em cada um de nós, lembrando-nos de quem somos, de onde viemos e o significado maior de nossa jornada aqui.


Mesmo sem saber, Julia e Bernardo tocam, de uma forma extraordinária, o coração de um pai mergulhado em diferentes universos e grandes desafios coletivos, que neste momento, se misturam à pessoal e intensa felicidade da suas chegadas.

Observando os nossos dois bebês, impossível não me emocionar com o precioso sentido do valor da família, resumido na imagem de minha mãe pedindo à Nossa Senhora –como um dia pediu pelos seus filhos– que receba e envolva os netos em seu manto protetor. Ou lembrar, com saudade, da voz do meu pai, contando casos e histórias, que pretendo um dia contar a eles ao redor da nossa mesa. 

Porque família é quem veio antes, quem está conosco e quem vem depois. Me tornei o homem que sou pelo exemplo que tive dos meus avós e de meus pais. Deles recebi valores que me esforcei para passar à Gabriela e que pretendo transmitir ao Bernardo e à Julia.

A presença dos meus filhos me rejuvenesce em esperança ao mesmo tempo em que fortalece o meu sentido de responsabilidade com o mundo em que vivemos. E com o legado que cada um de nós está deixando para as novas gerações. Aumenta minha responsabilidade com a luta para que eles possam crescer em um Brasil melhor, mais honesto e que encha a todos nós de orgulho e de esperança. Quem vê o mundo com olhos de pai, o vê com mais cuidado. Mas também com mais vontade de lutar.

Em meio a tantos desafios e preocupações, o relógio da minha vida parou por alguns instantes. São esses pequenos milagres do cotidiano que nos revelam o que é essencial, verdadeiro e transformador. Tempo é dádiva. Vida é dádiva. É preciso fazer a nossa parte para merecê-los.

*Aécio Neves é senador (PSDB-MG) e presidente nacional do PSDB
**Artigo publicado na Folha de S. Paulo – 09-06-2014