sábado, 1 de março de 2014

Aécio em Primeiro Lugar no DF

O PT se assustou com o resultado de uma pesquisa que aferiu o humor do eleitor do Distrito Federal sobre a eleição presidencial. Depois de ouvir 3 mil pessoas, o Instituto Dados constatou que o tucano Aécio Neves lidera na capital com 22,9% das intenções de voto. A presidente Dilma Rousseff vem logo atrás com 21,7%. O socialista Eduardo Campos marca 8,7%. O presidente do PT, Rui Falcão, reuniu as bancadas federal e local do PT para tentar reverter o quadro.

Fonte: Revista Época

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Multidão Furiosa Vaiou Presidente da República

Na sexta-feira (14), a presidente Dilma Rousseff (PT) quase apanhou de uma multidão furiosa com ‘desmandos’ e promessas não cumpridas pelo Governo Federal, em Manaus, onde ela foi inaugurar o Residencial Viver Melhor.

 

Aécio passa Dilma e Lidera para Presidente no Distrito Federal


O pré-candidato do PSDB à Presidência da República, senador Aécio Neves (MG), lidera as intenções de voto no Distrito Federal, segundo pesquisa do Instituto Dados realizada entre os dias 10 e 17 de fevereiro. Aécio tem 22,9% das preferências do eleitor do DF, contra 21,7% de Dilma Rousseff (PT) e 8,7% de Eduardo Campos (PSB). O DF é a primeira unidade da Federação onde Aécio supera Dilma.

Para Conferir
A pesquisa do Instituto Dados, com detalhes do universo apurado e metodologia, foi registrada no TSE (nº 013/2014) e no TRE (001/2014).

As Entrevistas
Para apurar as intenções de voto para presidente, no Distrito Federal, o Instituto Dados entrevistou 3.000 eleitores.

Comemoração
O PSDB e o possível candidato do partido ao governo do DF, deputado Luiz Pitiman, comemoraram o desempenho de Aécio na pesquisa.

Pergunta no Xilindró
Após abrir o bico delatando o mensalão, Roberto Jefferson também vai torturar os companheiros de cela cantando “Nervos de aço”?

Afiando a Gazua
Reúne-se hoje o “blocão” do PMDB e mais oito partidos aliados decididos a cutucar o governo, nas votações na Câmara, a menos que lhes sejam oferecidos “ministérios que furem poço” e bons cargos.

A reunião será realizada durante almoço oferecido pelo líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ), para estabelecer a estratégia de enfrentamento do governo. Somente os líderes do PT e PCdoB não foram convidados.

Tostou Geral
Particularmente obediente às vontades do líder do PMDB, o presidente da Câmara, Henrique Alves, anda muito queimado no Planalto.

Com a Mão no Bolso
Só medo da espionagem explica os encontros de Lula com Fidel Castro em Cuba: basta e-mail ou celular para “falar da situação da Venezuela”.

Posto Avançado
O PSB decidiu montar escritório de campanha de Eduardo Campos à Presidência em São Paulo, considerado estratégico.

Ação Intestina
Com tantos temas na pauta, a Mesa Diretora da Câmara, presidida por Henrique Alves, discute contrato de R$ 7.965 de fornecimento de potes para exames laboratoriais de sua produção intestina, o popular exame de fezes. Lá, como se sabe, a oferta de material é sempre farta.

Só Rezando
Candidato cambaleante ao governo do Rio, o vice-governador Pezão foi ao Vaticano com Dilma para a nomeação do cardeal Orani Tempesta. O governador Sérgio Cabral preferiu se confessar primeiro...

Corrida Cancelada
Este ano não teve a tradicional Corrida de Bonecos de Olinda, por falta de bonequeiros. Eles queriam receber o prêmio logo após o resultado, porque, em 2013, o prefeito Renildo Calheiros (PCdoB) só o pagou em setembro. O irmão de Renan Calheiros anda mal falado entre foliões.

Boi na Linha
Não será hoje que José Dirceu vai usar o computador na Papuda. A videoconferência foi adiada pela Vara de Execuções Penais do DF, na sindicância que investiga se usou ou não de celular na Papuda.

Indefinição
O líder do PSB, Beto Albuquerque (RS), afirmou que o partido só definirá em abril a situação eleitoral de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas, Rio de Janeiro: “Não é hora de amarrar cavalo no obelisco”.

Poder Sem Pudor
Tremendo gozador, o saudoso deputado Maurício Fruet (pai do atual prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet) foi visitar o então presidente da Câmara, o velho amigo Ulysses Guimarães, e acabou barrado por um assessor novo, que não o conhecia e o fez esperar. Fruet então resolveu agir, cochichando no ouvido do diligente funcionário a natureza da sua “missão”.

Fonte: Blog Cláudio Humberto

O Barba Adoraria Voltar, mas não Vai!

Blog: Reinaldo Azevedo

O Apedeuta anda criticando o governo Dilma em conversa com interlocutores. Primeira pergunta: ele quer voltar? A segunda: há a possibilidade de ser ele o candidato do PT? A terceira: as críticas fazem sentido?

Pois é… Vou começar pela mais fácil... Sim, Lula adoraria voltar. Eu diria até que, intimamente, ele não pensa em outra coisa. Mas sabe que isso é muito difícil — diria mesmo ser impossível hoje. Num cenário de catástrofe, não tenham dúvida de que o salvador da pátria se apresentaria.

Mas isso não está no horizonte. Ademais, Dilma não exibe números espetaculares segundo os institutos de pesquisa, mas é franca favorita à reeleição — e no primeiro turno, segundo os números de hoje. Talvez, lá no fundo do peito, nos seus desejos mais recônditos, mais profundos, o ex-presidente até torcesse para que ela despencasse e se mostrasse uma candidata de alto risco. Mas isso não aconteceu. Botá-la em escanteio seria visto como um gesto truculento e, na verdade, desnecessário.

Então sintetizo agora duas respostas numa só: querer, ah, isso ele quer muito. Mas não pode. Não tem como tirar Dilma do meio do caminho.

Lula virou uma espécie de psicanalista de alguns setores descontentes com o governo. Tem recebido uma verdadeira romaria — inclusive de alguns pesos pesados da economia — que lhe pedem para voltar. Desde José Rainha — um dissidente esquerdista do MST, que agora fundou seu próprio movimento — a alguns pesos pesados do PIB, a romaria dos que vão a Lula é grande.

E ele não se furta ao papel absurdo de presidente paralelo. Ouve as reclamações, tranquiliza o interlocutor, promete providências e, como se nota, deixa vazar críticas à sua sucessora. Lula, como sempre, está descumprindo uma promessa. Tinha anunciado que seria um ex-presidente discreto e silencioso, como nunca antes na história deste país, para usar um bordão seu. E, como nunca antes da história deste país, é um ex-presidente que tem ambição de continuar governando.


O chefão petista considera — a Folha de hoje traz uma reportagem a respeito — o governo Dilma centralizador demais e avalia que ela se afastou dos empresários. Acha a gestão pesada, lenta. Acredita também que a atual equipe econômica já deu o que tinha de dar — vale dizer: Guido Mantega. As suas críticas, afinal de contas, procedem?

Depende. Tomadas as coisas como são, a resposta é “sim”. Mas Dilma faz algo muito diferente, ou deixa de fazer alguma coisa, na comparação com o seu antecessor, o próprio Lula? A resposta é “não”. Então o que foi que mudou? A realidade internacional.

Deem a Dilma a mesma economia mundial que Lula tinha, com a China crescendo em ritmo alucinante, com o preço das commodities primárias nas alturas, e ela se sairia melhor. Deem a Dilma um cenário de corrida do dinheiro para os países emergentes para fugir da crise americana e europeia, e ela se sairia melhor. Acontece que esses eventos não vão se repetir.

Dilma está pegando a fase final das “virtudes” do modelo lulista, ancorado no consumo. O déficit de US$ 11,591 bilhões nas contas externas em janeiro começou a ser fabricado no governo Lula. O rombo certo na balança comercial em 2014 — o primeiro em 13 anos — também começou a ser fabricado no lulismo. O papel cada vez mais modesto da indústria no PIB e um déficit de US$ 110 bilhões do setor no ano passado têm a digital indelével de… Lula!

Pergunte-se: que reforma estrutural importante ele encaminhou? O que efetivamente fez pelo investimento em infraestrutura? Em vez de privatizar aeroportos e estradas, por exemplo, passou oito anos demonizando as privatizações por motivos estritamente políticos, por proselitismo ideológico vigarista. A crise da Petrobras, para citar um caso emblemático, é uma das heranças malditas que Lula deixou para a sua sucessora.

O governo Dilma é, sim, a meu juízo, muito ruim — mas não é pior do que era o de Lula. O que mudou de modo importante foi a conjuntura internacional, e o PT não estava preparado para isso.

Encerro apontando a absoluta falta de pudor político de um ex-presidente da República que se dá ao desfrute de manter reuniões com empresários e de fazer vazar as suas críticas, constrangendo a sua sucessora. Ainda que Dilma não se elegesse nem síndica de prédio em 2010 sem o seu apoio, o fato é que ela é a atual presidente da República.

No fim de 2010, Lula afirmou que iria gastar seu tempo como ex-presidente cozinhando coelho em seu sítio, em Ribeirão Pires. Pelo visto, anda mais ocupado alugando a orelha para tubarões.

Lula diz que Dilma Precisa Mudar

Fonte: Folha de S. Paulo

Em público, elogios apaixonados. Reservadamente, críticas ao estilo de governar de sua sucessora e uma certeza: a presidente Dilma precisa mudar em 2015 num eventual segundo mandato no Palácio do Planalto.

Esta tem sido a tônica das conversas do ex-presidente Lula nas últimas semanas com interlocutores do mundo político e empresarial, que intensificaram seus encontros com o petista para se queixar da presidente.

Apesar das críticas, em todas as conversas Lula diz ter confiança de que Dilma será reeleita e afasta qualquer possibilidade de assumir o lugar de sua ex-ministra na campanha.

O petista avalia que Dilma tem conquistas para garantir o segundo mandato, principalmente nas áreas do emprego e social, mas está convencido de que a presidente tem de fazer ajustes na economia e na área política.

De posse de pesquisas internas, que indicam que 80% dos entrevistados acreditam na vitória de Dilma nas eleições deste ano, a equipe de Lula avalia que a presidente "está bem na foto" com o eleitorado, mas "divorciada" das classes política e empresarial. A médio prazo, este divórcio poderia travar a economia e colocar em risco conquistas obtidas na área social no país.

Nas conversas com empresários e políticos nas duas últimas semanas, Lula tem dito que a atual equipe econômica está com o prazo de "validade vencido" e que a presidente terá de escalar não só um novo time na área como também fazer correções na sua política econômica para fazer o país voltar a crescer com taxas na casa dos 4%.

Em segundo lugar, Lula diz que Dilma precisa aprender a vender o Brasil no exterior e melhorar a interlocução com o empresariado brasileiro, que também elevou o tom das reclamações contra o que consideram um estilo intervencionista da presidente.

Lula e empresários concordam que a petista está deixando para 2015 uma elevada conta na área econômica, com preços represados artificialmente, o que exigirá sacrifícios no ano que vem.

Na área política, o ex-presidente avalia que sua sucessora precisa criar um novo "núcleo duro" para gerenciar o governo e administrar as pendências com sua base aliada no Congresso, que já ensaia uma rebelião.

Um interlocutor de Lula diz que ele está totalmente envolvido na campanha de reeleição de Dilma e faz questão de deixar claro que não tem nenhuma intenção de sair candidato no lugar da presidente, algo que empresários têm sugerido recorrentemente nos últimos encontros. "Ele nem deixa a conversa prosperar", afirma um auxiliar.

Erros

Políticos também reforçam o coro do "Volta, Lula". Um amigo próximo do ex-presidente relata que, há alguns meses, Lula confidenciou que não havia a possibilidade de se colocar como candidato pois significaria admitir "o fracasso'' de sua sucessora. "E ele não acha que ela fracassou, acha que tem prós e contras, mas não fracasso."

Lula reconhece que sua sucessora cometeu erros, mas acredita que ela já faz uma autocrítica em algumas áreas e tende a mudar sua forma de governar em 2015. O ex-presidente cita como exemplo as regras das concessões ao setor privado de rodovias e aeroportos.

Depois de adotar uma linha intervencionista, diz Lula, Dilma fez correções, ainda que tenha demorado para começar a fazê-las. Depois disso, o programa começou a andar. Na avaliação da equipe de Lula, Dilma centraliza demais e delega pouco.

Para Registro da História

Fonte: Blog do Noblat

Aécio Neves (PSDB) já esteve mais próximo de se eleger presidente da República do que está. No final de 2005, o escândalo do mensalão ameaçava derrubar o governo. Foi quando Aécio, governador de Minas, meteu-se em negociações para garantir que Lula completasse o mandato.

Aos íntimos, Lula confessou que seu Plano B seria montar uma coligação de partidos destinada a apoiar a candidatura de Aécio à sua vaga. Para isso Aécio teria que trocar o PSDB pelo PMDB. Não precisou. Afinal, Lula recuperou-se. E reelegeu-se com folga no ano seguinte.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Aécio Brasil Reúne Informações sobre o Político na Rede

Quem quer conhecer melhor Aécio Neves tem agora um novo espaço para consultar. O "Aécio Brasil", que já faz sucesso no facebook e no twitter, como um espaço de interação dos apoiadores de Aécio na rede, passa a ter, hoje (18/02), o seu portal (www.aeciobrasil.com), com notícias, histórias e muitas imagens sobre Aécio, como político e cidadão.

O projeto, que começou há anos com o Aécio Blog, agora está mais consistente. O portal tem a proposta de contar a história de Aécio, de uma forma mais leve e pessoal. Os principais espaços são o "Aécio Blog", com notícias atuais; o "Aécio Memória", com pequenas histórias e informações sobre o seu passado; e o "Agora é com Você", com mensagens de colaboradores.

De forma complementar, o tumblr "120 dias com Aécio", integrado ao projeto, apresenta, diariamente, momentos da vida do político. Hoje, o Aécio Brasil conta com 8 mil seguidores no twitter e mais de 56.500 no facebook.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Alfabetização e Letramento na Rede Estadual Atingem marca Histórica


Fonte: Agência Minas

Aplicado no final do ano passado, o Programa de Avaliação da Alfabetização (Proalfa) 2013 constatou que o nível de conhecimento em Língua Portuguesa entre os alunos de oito anos deu um expressivo salto.

Na rede estadual, pela primeira vez na história (a avaliação começou a ser aplicada em 2006), o nível de letramento recomendável foi alcançado por mais de 90% dos estudantes que fizeram o teste. O resultado é um recorde e foi divulgado nesta terça-feira (18) pela secretária de Estado de Educação, Ana Lúcia Gazzola.

Objetivamente, o percentual foi de 92,3%. O que, em outras palavras, quer dizer que 92,3% (mais de 70 mil alunos, em números absolutos) leem, escrevem, interpretam e fazem síntese de textos dentro do nível considerado recomendado. Comparativamente, significa um aumento de cinco pontos percentuais em relação ao exame anterior, apurado em 2012, quando 87,3% dos alunos estavam no nível recomendável.

Se comparado com o primeiro resultado, em 2006, o salto é ainda mais expressivo. Naquele ano o Proalfa identificou que o percentual de alunos no padrão recomendável de letramento em Língua Portuguesa era de 48,6%.

Todos os anos, o Proalfa avalia o nível de letramento dos estudantes de oito anos de idade matriculados no 3º ano do ensino fundamental, etapa que também é chamada de “fim do ciclo de alfabetização”. O programa de avaliação ainda é estendido à totalidade das escolas municipais do estado. Ao todo, são 7.948 escolas avaliadas, sendo 24,91% (1.980) estaduais e 75,09% (5.968) municipais.

Confira a Evolução do Índice na Rede Estadual Mineira:


A realização do Proalfa, da elaboração e aplicação das provas à análise dos dados, é realizada integralmente pelo Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (CAEd/UFJF).

A instituição parceira responsável pela avaliação do Proalfa é definida por meio de um processo licitatório chamado concorrência pública de técnica e preço — o CAEd ganhou o último processo, feito em 2011 — e o contrato tem duração de cinco anos. O Centro aplica avaliações semelhantes em outros 14 estados brasileiros, entre eles Ceará, Bahia, Paraná, Pernambuco e Acre.

Proficiência e Participação em Alta

Na aplicação do Proalfa, o objetivo é avaliar a proficiência para determinar o desempenho dos estudantes nas habilidades avaliadas. Os resultados de proficiência alcançados pelos estudantes são interpretados a partir de três padrões de desempenho: baixo, intermediário e recomendado – em uma escala que varia de 0 a 1000, de acordo com a etapa de escolaridade do estudante. Quanto maior o número, maior a proficiência.

O estudante do 3º ano do ensino fundamental que se encontra acima de 500 na escala está em um nível considerado recomendável. A proficiência média dos alunos do 3º ano da rede estadual foi recorde, chegando a 619,4 — um aumento de 20,8 pontos em relação ao ano anterior. Em 2006, a proficiência estava abaixo de 500.
Além do expressivo aumento no percentual de alunos no nível recomendável, os dados do Proalfa registraram diminuição do percentual de alunos no chamado nível baixo. Nesse nível, o estudante fica abaixo do esperado tanto no que diz respeito à compreensão do que é abordado, quanto na execução de tarefas e avaliações.

Em 2012, 5,3% dos alunos encontravam-se nesse nível e hoje são 3,1%. Esse é o menor percentual de alunos no nível baixo de desempenho desde que o Proalfa foi aplicado pela primeira vez, em 2006.

Outro aspecto positivo apontado pelo exame foi a elevação no índice de participação. Em 2013, 94,4% dos estudantes do 3º ano do ensino fundamental na rede estadual fizeram as provas.

Isso significa que dos 80.432 que deveriam fazer as provas, quase 76 mil participaram. Esse também é um percentual nunca antes atingido na história do Proalfa em Minas Gerais.
Instrumento para Avançar

Um dos grandes responsáveis pelo expressivo avanço na alfabetização dos estudantes mineiros é o Programa de Intervenção Pedagógica (PIP). Criado em 2007, a partir de um conceito que leva o analista educacional a atuar de forma integrada com as escolas, o PIP realiza um trabalho permanente de visitas e acompanhamento nas escolas para orientar o plano pedagógico quando necessário, propor estratégias de intervenções, apoiar pedagogicamente os professores e alunos e, assim, garantir a qualidade do ensino. 

Para tanto, o Programa utiliza justamente os resultados do Sistema Mineiro de Avaliação da Educação Pública (Simave), principalmente os do Proalfa. Entre 2007 e 2011, as equipes do PIP atuaram exclusivamente nos anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º anos) da rede estadual de Minas Gerais. A partir de 2012, o Programa foi ampliado para os anos finais (6º ao 9º anos). Atualmente, o Programa atende cerca de 1,26 milhão de alunos de 3.308 escolas estaduais.

Só em 2013, os analistas educacionais do PIP realizaram 80.475 visitas a escolas. Também foram realizados 641 eventos de capacitação em todo o estado, beneficiando mais de 93 mil professores e especialistas do 3º, 5º e 9º anos do Ensino Fundamental.

O PIP é ainda, seguramente, o instrumento que explica o bom desempenho da rede estadual de Minas Gerais no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), apurado pelo Governo Federal. Na última avaliação, divulgada em 2012, a rede estadual pública mineira alcançou o índice 6 (seis) nos anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º anos), padrão que é considerado pelo Ministério da Educação (MEC) como média dos países desenvolvidos.

A rede pública estadual de Minas foi a primeira e única do Brasil a alcançar esse índice. Considerando todas as redes, Minas também ocupa a dianteira do ranking, com Ideb de 5,9.



Parceria e Bons Resultados em Todo o Estado

O Proalfa é oferecido, gratuitamente, pelo Governo de Minas, a todas as redes municipais de ensino que ofertam os anos iniciais do ensino fundamental. Nas escolas municipais, o percentual de estudantes de 3º ano do ensino fundamental no nível recomendável foi de 79,5%, crescimento de 5,9 pontos percentuais em relação ao ano passado. 

Nas redes municipais, 91,4% dos alunos do 3º ano fizeram as provas do Proalfa, percentual de participação que também é recorde.
A iniciativa, portanto, chegou ano passado às escolas municipais das 853 cidades mineiras. Em três delas, onde as redes municipais não oferecem os anos iniciais do ensino fundamental, a adesão foi feita nos anos finais. O PIP beneficia mais de 850 mil estudantes de 6,7 mil escolas municipais.

Pelo PIP Municipal, foram realizadas capacitações com mais de 37.000 professores e especialistas do 3º ano do Ciclo da Alfabetização das escolas, bem como realizadas 37.746 visitas das equipes às escolas de suas respectivas redes municipais de ensino.

Governo de Minas Anuncia novas Ações para Combate à Criminalidade

Fonte: Agência Minas

Aumento do número de policiais militares e civis para ampliar a prevenção, repressão e elucidação de crimes; utilização de recursos tecnológicos e estruturação de funções, permitindo mais rapidez e eficiência no atendimento de ocorrências e facilitando o registro de crimes; novas viaturas e novas unidades do Programa Fica Vivo! em todo o Estado.

Essas são algumas medidas que o governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia, anunciou nesta segunda-feira (17), no Palácio da Liberdade, com o objetivo de intensificar o combate à criminalidade no Estado e de ampliar a sensação de segurança da população mineira e daqueles que visitam o Estado.

“A segurança hoje é um tema que, lamentavelmente, pelo país a fora, assume um caráter de prioridade e estamos tomando medidas imediatas e administrativas. Determinei às polícias por maior efetivos nas ruas, diminuindo, de modo muito vigoroso, toda a burocracia, toda parte relativa das atividades meio e colocar o máximo possível de efetivos da Polícia Militar e da Polícia Civil nas ruas, não só da capital, da Região Metropolitana, mas de todo o Estado”, afirmou o governador, reforçando ainda a necessidades, no campo nacional, da reflexão sobre a questão da atual legislação penal brasileira.


Com as presenças do secretário de Estado de Defesa Social, Rômulo Ferraz, do comandante-geral da Polícia Militar, coronel Márcio Martins Sant'Ana, e do chefe da Polícia Civil, Cylton Brandão, Anastasia afirmou que o objetivo do Estado é atuar em dois grandes indicadores: estatísticas e sensação subjetiva de segurança.

“Entre as medidas, vamos criar os chamados Batalhão Metrópole, com esse objetivo de melhorar os dois indicadores. Não só reduzir a violência estatisticamente comprovada, mas também, tão importante quanto, permitir que as pessoas tenham melhorado a sua sensação subjetiva de segurança”, afirmou.

Segundo o governador, já nesta segunda-feira 1.300 servidores civis aprovados em concurso da Polícia Militar serão convocados e têm até 30 dias para serem empossados. Estes profissionais vão atuar na área administrativa, liberando um número equivalente de PMs, que hoje fazem esse tipo de serviço, para o policiamento ostensivo nas ruas. Todo o Estado será contemplado.

Nos próximos dias, outros 800 militares e 163 cadetes do curso de formação de oficiais vão compor três novos batalhões da Polícia Militar na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Estes policiais serão deslocados para as áreas onde existe a necessidade de complementação do efetivo e, assim, realizarão operações, blitzen e abordagens diversas, além de ocuparem áreas de grande circulação de pessoas.

Estes profissionais estão sendo deslocados para atividades finalísticas, a partir de um novo planejamento operacional desenvolvido pelo Comando da Polícia Militar do Estado. Vale lembrar que 2.100 novos soldados já estão em formação na Academia de Polícia e vão para as ruas nos próximos meses.

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Eduardo Campos elogia Aécio Neves

Fonte: Valor Econômico

BRASÍLIA - “Mantivemos sempre uma relação de muito respeito, de respeito mútuo. Pela capacidade que ele mostrou ao gerir o Estado de Minas Gerais e deixar Minas Gerais como deixou, com os mineiros felizes”, disse nesta sexta-feira o pré-candidato a presidente da República Eduardo Campos (PSB) sobre seu adversário Aécio Neves (PSDB). O discurso aproxima ainda mais os dois candidatos da oposição ao governo Dilma.

Campos, governador de Pernambuco, falou sobre a união dos dois oposicionistas durante reunião do Diretório Nacional do PPS, partido que recentemente declarou apoio à sua candidatura. Ele foi questionado sobre a possibilidade de se aliar aos tucanos no segundo turno da eleição pela deputada estadual Luzia Ferreira, do PPS de Minas Gerais, uma pessoa muito próxima do presidenciável do PSDB.

Na resposta, Campos não disse claramente se está trabalhando por uma aliança entre seu partido e o PSDB. “Convivo com Aécio e sou amigo de Aécio há muitos anos. Nós nunca esperávamos viver um ano de 14 como vamos viver. Tivemos um momento muito bonito no processo da redemocratização, quando ele acompanhava o doutor Tancredo [Tancredo Neves, avô de Aécio] e eu acompanhava o doutor Arraes [Miguel Arraes, avô de Eduardo Campos]”, respondeu o pernambucano.

Eduardo Campos falou ainda sobre a aliança que tem com Aécio há anos na cena política de Minas Gerais. Os partidos fizerem uma aliança, que também teve participação do PT, para eleger em 2008 o prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda – hoje está no PSB, mas já foi filiado ao PPS. Disse que Aécio teve “capacidade de reunir forças quando ele teve um gesto com o PSB, e o Fernando Pimentel do PT também teve, de se encontrarem”, disse Campos.
Depois do evento, Campos não quis responder se está trabalhando por um acordo com o PSDB.

Brasil Reza a São Pedro para Resolver Crise de Energia

Fonte: Valor Econômico

O governo do Brasil parece estar pedindo chuva a São Pedro para resolver os problemas de energia do país, diz a revista britânica The Economist na edição desta semana. “Rezar para São Pedro não é uma política do setor de energia. Mas parece que é o que o governo está fazendo ao contar com a chuva para resolver a crise do setor elétrico”, diz a publicação.

Aproximadamente 80% da eletricidade do Brasil é proveniente de hidrelétricas, lembra a semanal. Normalmente, os reservatórios do país são preenchidos durante a temporada de chuvas no país, de dezembro a março. Mas, neste ano, “São Pedro pulou o Brasil”. Janeiro de 2014 foi o segundo mais seco em 80 anos.  Os reservatórios estão se esgotando e o consumo de energia aumentando, com os brasileiros passando por um dos verões mais quentes em muitos anos.

Racionamento

A publicação sugere que, além do calor e da falta de chuva, a atual crise do setor é reflexo das ações do governo, e destaca a promessa da presidente Dilma Rousseff de reduzir as contas de energia em um quinto.

“Para isso, ela ofereceu renovar as concessões que iriam se expirar entre 2015 e 2017, com a condição de cortes nas tarifas, tornando mais barata as contas de famílias, indústrias e pequenas empresas”, diz.

O consultor Arthur Ramos, da Booz & Co., ouvido pela revista, disse que “ninguém sabe realmente o quanto de energia está garantida” e que o governo brasileiro não deve descartar a possibilidade de racionamento, especialmente com a previsão de alta da demanda na Copa do Mundo neste ano.

A presidente, de acordo com a Economist, não deve faltar com a palavra e deixar os preços de energia subirem. Isso conteria a demanda e pressionaria a “já alta” inflação. Além disso, prejudicaria nos votos para as eleições deste ano. “Por outro lado, ela não quer uma reprise das eleições de 2002. Está nas mãos de São Pedro”, diz a revista.

Argentina

Enquanto a crise energética do Brasil ocupou páginas do miolo da respeitada revista, a crise Argentina está estampada na capa da semanal.

Segundo a publicação, o país, que já foi visto como promissor, é, mais uma vez, foco do nervosismo com emergentes.

O caos argentino, segundo a publicação, é fruto da incompetência da presidente Cristina Kirchner, que sucedeu a uma série de “populistas economicamente analfabetos”, desde antes de Juan e Eva Perón.

A lição que deve ser aprendida com a Argentina é que um bom governo importa. “Pode ser que essa lição tenha sido aprendida. Mas há chances de vermos, daqui cem anos, outra Argentina: um país de futuro que ficou preso no passado”, diz a revista.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Anastasia Lamenta Manifestações de Racismo contra o Jogador Tinga

Fonte: Agência Minas

O governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia, lamentou as manifestações racistas contra o jogador Tinga, do Cruzeiro Esporte Clube, ocorridas durante partida pela Copa Libertadores da América, realizada na noite dessa quarta-feira (12), entre a equipe mineira e o Real Garcilaso, em Huancayo, no Peru.

Segue a íntegra do depoimento do governador mineiro:

“Lamento profundamente as manifestações racistas contra o jogador Tinga ocorridas durante jogo realizado na noite da última quarta-feira no Peru. Expresso minha indignação por esse ato tão abominável e levo a solidariedade de todo o povo mineiro ao atleta e a toda a equipe do Cruzeiro Esporte Clube. A intolerância e o racismo são inadmissíveis em qualquer campo da atividade humana, especialmente no esporte, que tem como uma de suas missões a confraternização entre os povos”.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Artigo de Almir Pazzianotto Pinto


Almir Pazzianotto Pinto é advogado e ex-ministro do Trabalho e presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Ele escreve sobre o legado de Tancredo Neves e coloca Aécio como o herdeiro desse processo democrático iniciado com o avô.

Fonte: Estadão

Nesta nação desmemoriada, em que persiste o analfabetismo, que engrossa a legião dos desonestos e alienados, é necessário remarcar, com insistência, episódios esquecidos. A crise do sistema de ensino, aliada à política de desinformação praticada pelo governo petista, relega ao esquecimento fatos da História e abre espaço a terroristas, corruptos e picaretas, festejados como heróis.

Passadas três décadas desde a vitória de Tancredo Neves para a Presidência da República, milhões pouco sabem do período 1960-1990, sendo comum encontrar quem imagine ter sido o PT responsável pela derrota, em 15 de janeiro de 1985, do candidato oficial, Paulo Maluf.

Tancredo pertence a reduzido grupo de estadistas. Lançou-se na vida pública em São João del-Rei, em 1933, pelo antigo Partido Progressista, fundado por Olegário Maciel, Antonio Carlos Ribeiro de Andrade e Venceslau Brás.

Vereador, deputado estadual, deputado federal, ministro da Justiça de 1951 a 1954, foi orador à beira do túmulo de Getúlio Vargas, em São Borja, cujo suicídio, no dia 24, gerou a crise que resultaria dez anos depois no movimento de 31 de março.

Grande ao longo da vida, Tancredo agigantou-se em 1984. Derrotada a emenda constitucional que restabeleceria eleições diretas para a Presidência, restou à oposição arriscada disputa no colégio eleitoral.

Discursos reunidos no livro Tancredo Neves - Sua Palavra na História revestem-se de atualidade. Os problemas levantados durante a breve campanha eleitoral permanecem como então se achavam: insolúveis. E 11 anos de petismo só fizeram agravá-los.

José Sarney recebeu o País em precárias condições econômicas e sociais. Fez o possível, sob o bombardeio de milhares de greves, que somaram milhões de horas de produção perdidas, e de serviços públicos interrompidos, em prejuízo da economia, dos salários, do povo.

Tentou três vezes, mas não derrotou a inflação. Fernando Collor de Mello foi abatido mal havia decolado. Itamar Franco aplainou o terreno para o Plano Real, que estabilizou a moeda, conteve os preços, zerou a inflação.

A Aécio Neves o destino reservou a missão de levar adiante a tarefa de reconstruir o País desejado pelo avô. Empenhou o futuro político no desfecho do próximo pleito.

Os derradeiros discursos de Tancredo consubstanciam, em linguagem serena e objetiva, autêntico programa de governo. Deixarei de lado parágrafos referentes a saúde, educação, transporte, relações internacionais, austeridade, combate à corrupção, recuperação da economia para me deter na área do trabalho, prioridade máxima de governo consagrado à tarefa de repor o Brasil na rota do desenvolvimento e lhe devolver a industrialização e prestígio internacional.

Antes, porém, rápida parada no discurso proferido em 1984, na Convenção Nacional do PMDB (o antigo, não esse que está aí), ao se referir à formação da Aliança Democrática: "Temos de compreender a verdade essencial do nosso pacto político. Nós o estabelecemos em favor da nossa gente. O Brasil que amamos não é entidade abstrata, feita apenas de símbolos, por mais que os veneremos. O Brasil que amamos está em cada coração e em cada alma de seus filhos. Restaurar, em seus olhos, o orgulho da Pátria é a missão que nos cabe. A soberania do País é a soberania de seu povo; a dignidade do País é a dignidade de sua gente".

Quão distinta dos negócios que se fazem agora, mediante a entrega de ministérios em troca de segundos de televisão.

No mesmo pronunciamento, a respeito da CLT observou Tancredo: "As relações entre capital e trabalho reclamam novo ordenamento jurídico. A Consolidação das Leis do Trabalho é um diploma envelhecido no arbítrio, que desserve aos empregados e não serve aos empresários. O código vigente só tem servido para iludir trabalhadores e intranquilizar empresas. Não há economia forte com sindicatos fracos. A autonomia sindical é imprescindível à construção democrática do País. Os sindicatos, quando no exercício das suas atividades legais, existem como legítimos instrumentos dos trabalhadores, e sem eles não há paz social".

Falando ao País após a vitória no colégio eleitoral, dirigiu-se aos assalariados para afirmar: "Retomar o crescimento é gerar empregos. Toda a política econômica de meu governo estará subordinada a esse dever social. Enquanto houver, neste país, um só homem sem trabalho, sem pão, sem teto e sem letras, toda a prosperidade será falsa".

Já no discurso redigido para o dia da posse tratou da liberdade sindical, tendo a audácia de registrar: "Os sindicatos devem ser livres. A unidade sindical não pode ser estabelecida por lei, mas surgir naturalmente da vontade dos filiados. Sendo assim, tudo farei para que o Brasil adote a Convenção 87 da Organização Internacional do Trabalho. Os sindicatos não podem submeter-se à tutela do governo nem subordinar-se aos interesses dos partidos políticos. Se devemos ter uma política sindical, temos que evitar qualquer sindicalismo político".

Escândalos decorrentes de relações promíscuas entre governo e sindicatos confirmam Tancredo e robustecem a necessidade da reforma sindical. O pelego entrava a geração de empregos, pois desencoraja aplicações em atividades geradoras de emprego.

Aécio deve dar continuidade ao projeto do "Estado moderno, apto a administrar a Nação no futuro dinâmico que está sendo construído". Poderá adotar como emblema a frase "é proibido gastar", encontrada no discurso do avô ao novo Ministério.

A Nação sabe que nunca se esbanjou tanto, e de maneira tão irresponsável, dinheiro do povo como em 11 anos de petismo. Vejam-se as viagens e os estádios da Copa.